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16 de ago. de 2013




Peixinho e Chinesinho.

Futebol maiúsculo pra apelido diminutivo...

Atualmente?

Fazem o contrário no futebol, né?

15 de ago. de 2013





16 de jul. de 2013





31 de mar. de 2013







Por ROBERTO VIEIRA


O golpe militar de 1964.

Nasceu com os gols do Palmeiras em Recife.

Palmeiras que negociava Rinaldo.

Palmeiras que enfiou quatro gols no Náutico.

Enquanto Miguel Arraes era deposto na marra.

Tiros na Dantas Barreto.

Mortos.

Pelópidas da Silveira sofre goleada.

O Palmeiras volta pro Rio-São Paulo.

O Brasil vai aos poucos mergulhando na escuridão.

Castelo.

Cassações.

AI-1, AI-2... AI-17.

Os festivais tocaram na ferida caminhando.

Sabiás longe de casa.

Mas o futebol brasileiro foi de uma tranqüilidade pungente.

Passeata dos cem mil?

A seleção brasileira viajando.

Para inaugurar o estádio Oliveira Salazar em Moçambique.

AI-5?

Pelé enfrenta Beckenbauer no Maracanã.

Seqüestro de Charles Burke Elbrick.

Elbrick é solto na multidão de Fluminense x América-RJ.

Morto Marighela?

Legal foi a goleada do Timão em cima do Santos.

Pra frente Brasil?

O cônsul alemão em cana.

Almirantes na CBD.

Militares na preparação física do Tri.

General de radinho acertando palpite de jogo.

Festa no Planalto Central do país.

Enquanto raspavam a cabeça de Caetano e Gil na prisão.

Demitiam Vinícius de Moraes.

Espancavam Geraldo Azevedo.

Sumiam com Zuzu Angel.

Os estádios refletiam a complacência tropical.

Exceção.

A perseguição a Nando Antunes.

Eduzinho fora da seleção de 70.

Zico fora da seleção olímpica de 1972.

Sob o manto protetor da imprensa amordaçada.

Tempo que passa.

Nas duas décadas de convivência do futebol brasileiro com a ditadura.

Uma pergunta ficará sempre no ar.

Caso o Brasil fosse campeão em 1982.

Como seria o encontro do general Figueiredo.

Com o capitão da seleção de Telê.

Nas comemorações de praxe.

Entre a canarinha e o Poder..

Pois o capitão da canarinha de 82.

Era um tal de Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira...

23 de fev. de 2013





Teve um tempo.

Em que jogador de futebol torcia por um clube.

Tinha lembrança o amor pela camisa.

Na foto?

Um craque torcedor do América-RJ.

Quem é o craque?

Quantos gols fez em Copa do Mundo?

17 de nov. de 2012




Por LUCÍDIO JOSÉ DE OLIVEIRA, MDM





Maneco jogou somente uma partida pela seleção nacional. Sua vida foi o América, onde se fez e foi famoso em duas linhas de ataque, a do já  citado Tico-Tico-no-fubá, de 1946: China, Maneco, César, Lima e Jorginho, e a do ano do Maracanã, em 1950, depois da Copa do Mundo: Natalino, Maneco, Dimas, Ranulfo e Jorginho. O Vasco foi o campeão, o América ficou em segundo, invicto até a antepenúltima rodada.

O outro, Maneca, tendo surgido um pouco depois, brilhou no futebol na passagem dos anos 40 para os 50. Baiano de Salvador, foi revelado pelo Galícia. Menino de boa família, classe média de Salvador, bem diferente de Maneco, da molecada do futebol de rua de Irajá, zona norte do Rio. Maneca teve a sorte de chegar ao Vasco no tempo do Expresso da Vitória, o Vasco, três vezes campeão carioca invicto na década de 40, em 1945, em 47 e em 49. Jogou ao lado de Barbosa, de Danilo e de Ely do Amparo. De Ademir, Augusto, Jair, Ipojucan, Chico e Heleno de Freitas. Não é pouca coisa. Foi um jogador brilhante, era um cracaço, mais meio-campista que o outro, Maneco. Encantava pelo seu futebol de fino trato. Jogou na Seleção e no Bangu, no final da carreira, agora ao lado de Zizinho. Poucos gozaram de tanto privilégio. Voltou depois para Bahia, encerrando a carreira no seu Galícia.

A fatalidade do suicídio aproximou as biografias de Maneco e Maneca. Motivos e razões distintas levaram os dois craques ao chamado gesto tresloucado. Maneco, foi levado a cometer o desatino por problemas financeiros, pelas dificuldades que vinha enfrentando na lutaq desigual para se manter vivo com dignidade. Era na ocasião treinador dos juvenis do América. Treinar um time de meninos não é a mesma coisa que ser capa de revista. O salário, bem menor, não dava para chegar junto na hora de saldar os compromissos assumidos desde quando era jogador. Um dia não teve como pagar a prestação da casa que comprara para os pais no bairro de Irajá. Acabou ingerindo veneno, trancado no banheiro da casa de um parente. Foi encontrado morto. Com Maneca foi diferente. Morando em Copacabana depois que parou de jogar, levava aparentemente uma boa vida, bem ao seu estilo de moço do boa aparência, cercado de amigos e namoradas. Não vivia os problemas sociais de Maneco, o menino pobre de Irajá. Vivia em outro mundo. Mas não suportou a ausência dos holofotes. Não soube conviver com o ostracismo da aposentadoria precoce, entrando em profunda depressão cerca de quatro anos depois que parou de jogar. Seu problema era de ordem existencial. Decidiu acabar com a vida. E o fez, porém, do mesmo modo, ingerindo veneno, quem sabe o mesmo veneno que matou Maneco. 

16 de nov. de 2012




Por LUCÍDIO JOSÉ DE OLIVEIRA






Maneco e Maneca jogavam na mesma posição, correndo pela direita do ataque na mesma faixa do gramado. Eram chamados de meias na formação da linha atacante de antigamente. No tempo do center foward e das alas, uma a cada lado no ataque. Foram meias-direitas, e dos bons, estrelas do futebol brasileiro que luziram nos anos 40 e 50 do século passado. Figurinhas carimbadas, capas de revista e notícias das paginas esportivas.

Jogavam no Rio, a capital federal e do futebol na época. Jogaram quase que ao mesmo tempo, Maneco aparecendo um pouco antes, nos meados da década de 40.  Os nomes parecidos, o tempo a aproximá-los e o futebol gigante dos dois se prestaram para não raro criar confusão quando lembrados nas rodas de papo e até mesmo nas crônicas dos jornais. Chegaram ambos ao escrete, ambos na condição de coadjuvantes, de todo modo Maneca com um pouco mais de brilho por ter participado de uma Copa do Mundo, a do Maracanã. Maneco, em compensação, arrebentou quando teve a sua chance. Foi numa disputa entre cariocas e paulistas pelo Brasileiro de Seleções, o que havia de melhor na época no futebol brasileiro.

Maneco era do América, a cara do América, não vestiu outra camisa. Nascido em 1922, tinha pouco mais de vinte anos quando começou a aparecer nas capas das revistas esportivas, fazendo-se aí habitué, sozinho ou na companhia dos endiabrados atacantes do Tico-tico-no-fubá, a linha avançada americana, assim batizada por Ary Barroso e conhecida por todos. Era negro, um azougue, ninguém conseguia segurá-lo. Apelidado Saci de Irajá, bairro da zona Norte onde tinha começado a jogar bola, teve os seus quinze minutos de glória em março de 47, quinze somente não, nem somente noventa o tempo de um jogo. Somando tudo foram cento e oitenta minutos de glória porque foram dois jogos seguidos, quando o treinador Flávio Costa, para salvar a Seleção Carioca do vexame que estava se desenhando após o fracasso contra os paulistas no Pacaembu, decisão do campeonato, escalou Maneco. Sem tempo para treinar o time, convocado logo após o Supercampeonato ganho pelo Fluminense, o treinador do Vasco, que era também da Seleção Brasileira, fez o que todos queriam: escalou o ataque com Pedro Amorim, Ademir, Heleno, Orlando e Rodrigues. As duas alas do supercampeão, o Fluminense, no comando do ataque uma das estrelas do campeonato, Heleno, do vice-campeão Botafogo. Não deu liga. Os paulistas não tomaram conhecimento e meteram 5x2. Para o segundo jogo, no Rio, só com tratamento de choque. Foi o que Flávio fez. Escalou Maneco na meia-direita, o seu lugar. Levou Ademir para o outro lado do ataque, fazendo reviver a ala-esquerda dos bons tempos do Vasco e da Seleção Brasileira: Ademir e Chico. Reabilitação dos cariocas, 3x2 no placar. Dois gols de Maneco e um de Ademir. Veio a negra, mais uma vez no Rio, em São Januário: Cariocas 4x1. O Rio de Janeiro conquistava o tri, passando os paulistas para trás. Maneco, autor de três gols, era o herói de São Januário. Ademir e Heleno haviam ficado pra trás. Depois eu conto resto e falo de Maneca.




... continua amanhã

29 de out. de 2012




BELFORT DUARTE

JOÃO & JOÃO  



O João de Barros Foot-Ball Club batia sua bolinha. O América nasceu tempos depois do encontro de João de Barros com João Evangelista.
João Evangelista Belfort Duarte chegou ao Recife no início de agosto de 1915. Recebido com muita festa e animação pelos apaixonados do futebol, Belfort já era mito. Sua defesa da fidalguia na prática desportiva ganhava adeptos por todo o país. A tradução para o português que fizera das regras do futebol era best-seller. O campeonato de juvenis que brotara da sua imaginação, um sucesso.

Hospedado no Hotel do Parque, Belfort segue na companhia do futuro presidente da Liga e dirigente do América, tenente Henrique Lafer, para assistir a partida entre ingleses e brasileiros no Country Club. Animado com a paixão dos pernambucanos pelo futebol, Belfort Duarte prometeu que o América-RJ – campeão carioca de 1913 com Belfort Duarte na zaga - visitaria nosso estado em breve. De quebra, apitou o jogo Torre x João de Barros pelo campeonato pernambucano.

Ao término da peleja, Belfort Duarte recebe convite para a assembleia geral do dia 22 de agosto na sede do João de Barros Futebol Clube. Chegando ao clube, Belfort Duarte teve duas surpresas: foi proclamado ‘Capitão Honorário’ da entidade e o João de Barros Foot-Ball Club passava a se chamar América Futebol Clube.


25 de jul. de 2012




Jorge Vieira era um homem devoto.

De ir a missa.

Quando treinou o Bahia em 70, 71.

Levava a esposa aos estádios.

Gostava da família.

Em 1960, Jorge conseguiu um milagre.

Levou o América-RJ ao primeiro título da Guanabara.

Contra o Fluminense.

Contra tudo.

E até contra o governador Carlos Lacerda.

O qual descaradamente torcia pelo Flamengo.




Em 1971.

Jorge treinou o Sport que andava por baixo.

E não deu pra fazer muita coisa pela Ilha.

Mas tempos depois.

Assumiu o Corinthians da Democracia.

E chegou ao título paulista.

Preservando a autoridade.

Jorge Vieira parte desses campos.

Como um dos últimos cavaleiros que gostavam da bola rolando.

Jorge que carrega um título que ninguém mais pode ter.

São Jorge da Guanabara...



30 de jun. de 2012





1967.

Valdir defende.

Antunes salta.

Nado e Brito observam.

Vasco 2-2 América-RJ.

23 de mai. de 2012



Direto dos arquivos do Mauro Prais.

Célebre pesquisador vascaíno.

O gol do zum zum zum.

28 de janeiro de 1951.



Vasco e América empatavam: 1x1.

Primeira decisão carioca na Era Maracanã.

Maneca lança.

Ademir as redes balança.

A torcida na hora improvisa.

Sobre marchinha do pernambucano Fernando Lobo:



Oi zum-zum-zum zum-zum zum-zum
Vasco dois a um
Ademir pegou a bola
e desapareceu
foi mais um campeonato
que o Vasco venceu"




O antigo craque está morto.

O craque que xingava, esbravejava, golpeava os adversários.

Está morto.

O vestiário é humilde.

O fim respira nos seus ombros.

Mas os detalhes falam mais alto.

Ali não está um craque qualquer.

O cabelo brilhando brilhantina.

Os sapatos negros sociais.

Não.

Ali está Heleno.

O homem que fez os argentinos se ajoelharem:

"Fica!"

O homem que fez Armando Nogueira soletrar:

"Botafogo!"

Agora.

Em algum lugar do gramado do subúrbio.

Uma bola chora.

Uma mulher se mata.

Ambas.

De saudade...

22 de mai. de 2012




Maracanã em delírio.

O América-RJ vence.

Ademir Menezes arranca.

Balança as redes.

A torcida entoa uma marchinha.

Imortal.

Marchinha deste compositor da foto.

Qual a marchinha?

Qual o nome deste compositor?

29 de jun. de 2009




Quarenta anos atrás.

O Flamengo perdia para o América na estréia do Carioca.

A seleção fazia o teste de Cooper no Forte São João.

Todos.

Menos Pelé.

Gravando uma novela em São Paulo...


6 de nov. de 2008



2008. André Luís nos Aflitos


Por ROBERTO VIEIRA

De uns tempos pra cá somos surpreendidos com as loucuras do zagueiro André Luís.

André que chutou garrafa em Recife.

André que foi expulso mais de cem vezes nos últimos dois anos.

André que é um bom zagueiro.

Pois bem. Nos anos 70, o futebol carioca tinha um atacante.

Rápido, oportunista. O nome dele era Dé.



Perambulou pelo Vasco da Gama ao lado de Dinamite.

Pelo América ao lado de Flecha e Bráulio.

Um belo jogador.

Mas Dé tinha um defeito: Era louquinho da silva.

Vira e mexe arranjava um jeito de entrar para o folclore do futebol.

Certa vez sacudiu areia nos olhos do goleiro Andrada numa cobrança de escanteio.

Noutra desviou a bola do zagueiro com uma pedra de gelo.

Porém, seu pior momento foi arrancar um cartão amarelo das mãos do juiz e... comer o cartão.

Depois, convicto da besteira que tinha feito, se retirou em silêncio. Expulso.

No jogo Botafogo x Estudiantes desta quarta no Engenhão, sessão espírita.

Baixou o santo de Dé no zagueiro André Luís do Botafogo.

E ele arrancou o cartão amarelo das mãos do árbitro da partida.


Só esqueceu de mastigar o dito cujo.

Entre Dé e André, no entanto, paira uma diferença menos gastronômica.

Dé fazia a gente rir.

Já André...

Dé, defendendo as cores do Botafogo, Bangu e Vasco

30 de out. de 2008



America-RJ, 1986

Em 1987, o América-RJ selou o seu fim.

Mas foi um final grandioso.

Pleno de coragem e honra.

Reunidos em Campos Salles, o América, o Sport, o Guarani, o Bangu entre outras equipes ameaçam o Clube dos 13.

Mas um a um, todos recuam.

Menos o valoroso clube carioca.

Clube que entendeu a manobra subversiva dos poderosos.

A promessa de cruzamento entre módulo verde e amarelo era pura balela.

Conversa pra boi dormir.

No final das reuniões, apenas o América-RJ fincou o pé.

E retirou-se das disputas daquele ano.

Como só os vencedores escrevem a história.

Restou ao América o esquecimento.

O ostracismo.


22 de set. de 2008




Por ROBERTO VIEIRA

Quintino é um subúrbio triste no Rio. O velho Antunes já não há.

O português Antunes que sonhava com seus filhos vestindo a camisa rubro negra. Todos.

Seu José Antunes Coimbra já não beija mais sua Matilde.

Já não carrega o vira-lata branco no colo.

O velho Antunes já não precisa repetir aos berros que é português, com muito orgulho.

Mas não é vascaíno, não senhor!

Que o seu caso de amor com o Flamengo começou há muito tempo atrás.

Numa derrota de 3 x 1 para o América no distante 1915.

Distante como esse agora triste subúrbio de Quintino.

Quintino que sente falta de outras coisas, mais prosaicas. Mais crianças.

Sente falta do Tonico. Chora pelo Zeca.

Procura em vão o Nando.

Onde estará o Eduzinho?

Eduzinho que ousou jogar pelo algoz América sob o olhar compreensivo do velho Antunes.

Eduzinho que ensinava o caçula a driblar.

Nas ruas de Quintino, eram famosas as peladas:

"Falta na entrada da esquina! Adivinha quem vai bater?"

E lá ia Arturzinho, Arturzico, Zico chutar no ângulo do tempo.

Tempo indefensável. Tempo que a todos separa.

Uns na eternidade.

Outros no Uzbequistão.


[IMAGEM]


28 de jul. de 2008







Um acrobata. Pompéia.

Pompéia não defendia simplesmente. Ele imaginava pontes, vôos, saltos mortais.

Pompéia, campeão carioca de 1960 pelo Mequinha.

Um dia Pompéia jogava pelo Deportivo Português da Venezuela.

Contra o poderoso Real Madrid.

Uma rebatida, o chute forte atinge seu olho. Final de carreira.

Pompéia que havia sido artista de circo.

Pompéia revelado no Bonsucesso. Reserva de Manga. Manga futuro goleiro do Santos.

Um gato no arco.

Em 1966 ruma para a Venezuela.

Perde a visão esquerda. Volta ao Rio, para o filho Rodolfo Valentino.

Bebida.

É resgatado pelo Bonsucesso. Para treinar os goleiros.

Pompéia que veio a falecer no dia 18 de maio de 1996.




21 de mai. de 2008




Cabeçada de Cristiano Ronaldo








Pois é. Vendo alguns lances da final Manchester e Chelsea lembrei de um passado de gols.

Um passado antes do extermínio dos simpáticos clubes do Rio.

Se eles fazem isso com os times do Rio, imagine com os nordestinos!

Bangu, Madureira, Olaria, Bonsucesso.

Nomes que vivem no imaginário dos meninos de antigamente.

Nomes que desaparecem na paisagem do Cristo Redentor.

Ah, o Ameriquinha.

Ameriquinha que de vez em quando passava por aqui dando espetáculo.

América de Belfort Duarte.

A paisagem carioca jamais será a mesma sem o simpático clube do Andaraí.

Clube que virou saco de pancada pelas intempéries das federações, dos clubes dos 13, 20...

O América vermelho e branco.

Só pelo vermelho e branco já contava com minha simpatia.

Peraí!

Mas o que é que tem a ver o América com o Manchester campeão europeu?

Em 1959 o América veio até Recife com o ataque da foto:

Canário no América em 1959

Calazans, João Carlos, Antoninho, Canário e Nilo.

Um ano depois vieram enfrentar a Seleção Cacareco.

Cacareco que era o apelido da seleção pernambucana armada para representar o Brasil no Sul Americano do Equador.

Não é nada não é nada, o ataque do America estava desfalcado de Canário.

O América em 1960 seria o primeiro campeão da Guanabara.

Já Canário em 1960 defenderia as cores do Real Madrid de Di Stefano e Puskas na histórica final européia no Hampdem Park.

Real 7 x 3 Eintracht Frankfurt.

Partida que consta em qualquer antologia dos grandes jogos da história do futebol.

Olha só o ataque do Real:

Canário, Del Sol, Di Stefano, Puskas e Gento.

Canário no Real na final européia

Pois é.

Não é nada não é nada.

E talvez seja tudo...