28 de jul. de 2008







Um acrobata. Pompéia.

Pompéia não defendia simplesmente. Ele imaginava pontes, vôos, saltos mortais.

Pompéia, campeão carioca de 1960 pelo Mequinha.

Um dia Pompéia jogava pelo Deportivo Português da Venezuela.

Contra o poderoso Real Madrid.

Uma rebatida, o chute forte atinge seu olho. Final de carreira.

Pompéia que havia sido artista de circo.

Pompéia revelado no Bonsucesso. Reserva de Manga. Manga futuro goleiro do Santos.

Um gato no arco.

Em 1966 ruma para a Venezuela.

Perde a visão esquerda. Volta ao Rio, para o filho Rodolfo Valentino.

Bebida.

É resgatado pelo Bonsucesso. Para treinar os goleiros.

Pompéia que veio a falecer no dia 18 de maio de 1996.





3 comentários:

  1. Afonso Henrique Soares18 de setembro de 2012 às 15:54

    Pompéia... O America que incomodava, que preocupava, que vencia. Hoje um triste arremedo de time, de organização.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Anderson Batista de Freitas18 de setembro de 2012 às 16:07

      Afonso Henrique Soares, fico vendo times sem expressão nenhuma do nada vigorarem a nivel nacional e fico pensando se no America não vai surgir alguém inteligente que saiba explorar nossa marca,pois com tudo que passamos.

      Mesmo assim a marcqa continua forte é só lembrar de 2006 / 2009

      Excluir
    2. Afonso Henrique Soares18 de setembro de 2012 às 16:28

      Nossa marca, nossa história e a simpatia de muitos, concordo. Mas há um ponto: esse alguém inteligente teria que quebrar barreiras estranhas que existem no clube. Esses times sem expressão muitas vezes se tornam diversão ocasional de empresários e tal. Ficam iguais ás equipes de vôlei sem clube, apenas franquias de empresas: quando cansarem de vôlei, abandonam sem cerimônia e a cidade fica ao Deus dará. logo, o America precisa criar uma nova estrutura ou uma nova estrutura precisa ser criada em prol do America para iniciar um novo ciclo, moderno, avançado, dinâmico.

      Excluir

Comentários