
Cabeçada de Cristiano Ronaldo
Pois é. Vendo alguns lances da final Manchester e Chelsea lembrei de um passado de gols.
Um passado antes do extermínio dos simpáticos clubes do Rio.
Se eles fazem isso com os times do Rio, imagine com os nordestinos!
Bangu, Madureira, Olaria, Bonsucesso.
Nomes que vivem no imaginário dos meninos de antigamente.
Nomes que desaparecem na paisagem do Cristo Redentor.
Ah, o Ameriquinha.
Ameriquinha que de vez em quando passava por aqui dando espetáculo.
América de Belfort Duarte.
A paisagem carioca jamais será a mesma sem o simpático clube do Andaraí.
Clube que virou saco de pancada pelas intempéries das federações, dos clubes dos 13, 20...
O América vermelho e branco.
Só pelo vermelho e branco já contava com minha simpatia.
Peraí!
Mas o que é que tem a ver o América com o Manchester campeão europeu?
Em 1959 o América veio até Recife com o ataque da foto:
Canário no América em 1959
Calazans, João Carlos, Antoninho, Canário e Nilo.
Um ano depois vieram enfrentar a Seleção Cacareco.
Cacareco que era o apelido da seleção pernambucana armada para representar o Brasil no Sul Americano do Equador.
Não é nada não é nada, o ataque do America estava desfalcado de Canário.
O América em 1960 seria o primeiro campeão da Guanabara.
Já Canário em 1960 defenderia as cores do Real Madrid de Di Stefano e Puskas na histórica final européia no Hampdem Park.
Real 7 x 3 Eintracht Frankfurt.
Partida que consta em qualquer antologia dos grandes jogos da história do futebol.
Olha só o ataque do Real:
Canário, Del Sol, Di Stefano, Puskas e Gento.
Canário no Real na final européia
Pois é.
Não é nada não é nada.
E talvez seja tudo...
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