1 de ago. de 2008



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Ele foi o maior jogador que nasceu em solo pernambucano.

Fosse francês ou argentino, Rivaldo seria estátua, deus, letra de tango.

Mas como pernambucano, Rivaldo é esquecido até em sua própria casa.

Em 24 de janeiro de 2000, o atacante do Barcelona foi eleito o melhor do mundo.

Com 91 votos entre 140 possíveis.

O segundo lugar foi de Beckham com 18 votos.

Bicampeão espanhol, campeão e artilheiro da Copa América.

Wanderley Luxemburgo, então técnico da seleção, escolheu Raúl do Real Madrid.

Foi o único.

Já Dona Marluce Borba sorriu.

O ex-vendedor de picolés nas praias de Olinda.

O menino que quase abandonou o futebol quando da morte do pai, Seu Romildo.

O atacante elogiado por Telê Santana na Taça Cidade de São Paulo.

O atacante xingado pela torcida nas arquibancadas do Arruda.

O milagre renascido no Mogi-Mirim.

O jogador preterido por Parreira em 1994.

Parreira que levou... Paulo Sérgio para a Copa.

Rivaldo foi gênio.

Muito mais que o Rivaldo Vítor Borba Ferreira, criança pobre do bairro de Beberibe imaginava ser.



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