
Jogamos três vezes em Brasileirão.
Uma vitória pra cada lado. Um empate.
Quando bobeamos, eles subiram pra primeira divisão. E nunca mais caíram.
Pra quem gosta de choro, eles foram vice-campeões da Copa do Brasil.
Pra quem gosta de vela, eles perderam a final para o Fluminense. Vice-campeão da Libertadores seguinte.
O Figueirense de Toninho, artilheiro do clube em 1975, Toninho que se mudou de mala e cuia para o Palmeiras no ano seguinte, é o mesmo Figueirense de Edmundo que foi um dia do Palmeiras e se mudou pra Floripa em 2005.
Edmundo que marcou 15 gols naquele Brasileiro.
Entre Náutico e Figueirense, um técnico com história diferente.
O técnico que mais perdeu partidas seguidas pelo clube catarinense foi Muricy Ramalho em 2002.
Muricy que era bicampeão pernambucano pelo Timbu.
O Figueirense este ano foi deixado pra trás por Gallo. Sorte do Figueirense.
Sorte de um time que tem por símbolo um urubu. Como o Flamengo.
Mas, se o Figueirense é o clube da rua Humaitá, pena!
Hoje é o dia da nova tomada de Humaitá.
Já que a antiga, completou 140 anos semana passada...


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