
A Copa do Mundo de 1974 tem nome, sobrenome e número:
Johan Cruyjff, o número 14 da seleção holandesa.
Dono e protagonista do espetáculo. Inventor do carrossel holandês. Tri-campeão europeu.
Cruyjff jamais foi campeão mundial.
A Alemanha de Beckembauer e Müller era um rival mortal.
No dia 7 de julho de 1974, Johan sucumbiu à marcação de Berti Vogts.
O futebol mágico dos holandeses foi derrotado.
E os pragmáticos do esporte respiraram aliviados.
Desde então, sempre que aparece uma Dinamarca girando em círculos, um adepto do realismo sentencia:
"Bonitinha, mas ordinária!"
Cada um sabe de si.
Bom mesmo foi a preparação do Brasil para a Copa de 74.
Que incluiu um jogo contra o Haiti em Brasília num sábado à noite.
Com Marinho Chagas e Rivelino comandando o 4 x 0.
Perguntado sobre enfrentar a Holanda ou a Polônia antes da Copa, Zagallo, técnico do Brasil de então, fez um ar de desprezo.
Preferiu continuar treinando o Flamengo em jogos do Campeonato Nacional.
Flamengo que terminou entre os últimos no campeonato de 1973.
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