15 de jun. de 2008




Debaixo de uma tromba d'agua. Por sobre um gramado de brita e gelo, uma pequena batalha na noite recifense.

Um guerra de guerrilhas entre dois exércitos que não se renderam nunca.

Uma parte da torcida alvirrubra se vestiu com nariz de palhaço. Pois vivemos noites e dias de circo, meu senhores.

Circos ibéricos e romanos. Com direito a bobos da corte, animais e equilibristas da primeira divisão.

A raça alvirrubra sai incólume da noite do Arruda. Mas o momento inesquecível foi o retorno ainda que por um breve instante do homem de borracha.

Pois hoje Wellington reviveu o Diamante Negro.

Wellington fez os apaixonados pelo futebol recordarem o bíblico Leônidas da Silva.

Com um maravilhoso gol de bicicleta digno dos estádios franceses da copa de 1938.

Por um instante na noite do Arruda eu vi Sarosi.

Eu vi Piola.

Eu vi Planicka.

Por um instante eu vi Leônidas.

Por um instante o Recife voltou no tempo.

Hoje foi a noite do Diamante Timbu no Arruda.

E ele se vestiu de vermelho e branco.



0 comentários:

Postar um comentário

Comentários