
Riquelme abre o marcador contra o Fluminense.
O chute de Leandro Machado é travado no justo instante do gol.
Thiago Silva empata. Acosta observa o placar em branco no Morumbi lotado.
Edmundo chuta o fair-play pra fora de São Januário quando Carlinhos Bala se esparrama no gramado. Palermo chuta, briga, xinga a defensiva tricolor. Felipe salva o Timão.
Magrão salva o Sport. Fernando Henrique salva o Fluminense.
Nelsinho Batista manda Igor ficar plantado na zaga. Mano Menezes pisa no gramado e é flagrado pelo tira teima do juiz reserva. Expulso. Cuca reza.
Herrera vence a defesa e encontra Don Alberto Martín Acosta livre na pequena área.
Riquelme marca o segundo gol do Boca.
Qualquer outro encheria o pé com raiva para as nuvens, mas Acosta toca a pelota com seu sapato de duas cores. Lentamente o couro ganha as redes da estrela solitária.
O Vasco da Gama martela o Leão pernambucano que contra ataca e quase marca. Mas quem marca é Thiago Neves.
Gol do Botafogo. Gol do Vasco. Gol de Chicão. A bola vence a barreira, indefensável.
O Fluminense arranca um empate do Boca.
O juiz encerra o jogo do Corinthians sem um segundo de acréscimo. Pênaltis.
O juiz dá quatro minutos de acréscimo sob o Cristo Redentor. Edmundo aproveita o rebote de Magrão. Durval e Dutra assistem incrédulos.
Uma parte do Recife chora. Outra parte, vibra. O Botafogo ganha o cara ou coroa.
Gol do Corinthians. Chicão. Edmundo perde o pênalti no estádio em que Magrão levou o milésimo gol. Gol do Sport. Gol do Botafogo. Lúcio Flávio, xerox de Chicão.
Os gols vão se repetindo no Morumbi. Jorge Henrique e Acosta batem no meio do gol. Uma parte do Recife chora. Outra parte, vibra. Sessenta mil pessoas fazem promessas na noite paulista.
Felipe defende. Corinthians na final da Copa do Brasil. O Botafogo está fora. Edmundo passou de herói a vilão em quinze minutos.
Gol. Gol. Gol. Gol. O senhor Leandro Bonfim acerta no canto de Magrão. Dutra manda no ângulo de Thiago. Se Vagner Diniz perder... Ele marca.
Carlinhos Bala mira e faz.
Semana que vem Corinthians x Sport na final da Copa do Brasil 2008.
O Fluminense espera Riquelme.
Seu Renato, pai de Durval, chora na Paraíba.
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