3 de dez. de 2015



Leiteria era a do Fluminense.

Marcos Mendonça, Castilho, Veludo, Félix...

O Santos tinha Gilmar e depois Cláudio e Cejas.

Santos que teve o Athiê.

Presidente e goleiro.

Mas o Palmeiras não era de se jogar fora em matéria de goleiro.

Começando pelo galã que veio dos hortifrutigranjeiros.

Oberdan Cattani.

Sorriso fácil e mãos imensas.

Teve o azar de encontrar Barbosa em grande forma na seleção.

Depois de Cattani?

Teve o Valdir de Morais.

Baixinho pra posição.

Bigodudo como Cattani, mas sem o apelo feminino.

Voava barbaridade nas bolas impossíveis transformando-as em possíveis.


Veio do Renner gaúcho.

Onde jogava com um certo Ênio Andrade.

Deixou saudades e um menino em seu lugar chamado Leão.

Leão que assumiu a cátedra e formou na Academia dos anos 70.

Único caso de goleiro que não falava com sua defesa.

Luís Pereira e Alfredo fingiam que ele não estava ali.

Um dia chegou o São Marcos.

Nem precisa dizer muita coisa, né?

Marcos que foi o único campeão mundial com a seleção.

Ultimamente?

Apareceu um certo Fernando Prass.

Para desespero de santistas, tricolores e corintianos.

Prass que agora deu de furar gol...






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