3 de dez. de 2015



Imaginem o Brasil como uma grande empresa, uma multinacional. Imaginem o Brasil como uma potência econômica que não pode parar, pois milhões de funcionários vão pagar a conta em desemprego e recessão. Agora imaginem essa empresa com uma presidenta que acumula mentiras, erros, corrupção e prejuízos gigantescos semestre após semestre. E, pra completar, imaginem que essa mesma empresa - muito maior que IBM, Apple ou FIAT - tenha como um dos principais diretores, na linha direta de sucessão, um sujeito que tem contas clandestinas com dinheiro desviado do caixa da empresa e cultive o hábito de ameaçar de morte quem duvida de sua capacidade.
Eis o Brasil de hoje. Uma empresa capaz de atuar entre as maiores do mundo, engessada e tragada pela exposição nefasta de suas entranhas. Um gigante dominado por anões do orçamento.
Isso sem falar na centena, milhares de diretores e cargos comissionados que sugam o potencial da companhia em proveito próprio.
Nós somos os acionistas. Nós tempos o poder de modificar radicalmente os descaminhos desta empresa. Nós também somos os principais interessados e os maiores prejudicados pela presidenta, pelo diretor e pelos seus asseclas.
O que você faria como acionista, meu amigo?
Claro!
Detonava os dois e sua turma para os quintos dos infernos venezuelanos...


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