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21 de ago. de 2013





Aniversário do Vasco.

E eu imaginando se Pelé tivesse ficado no Vasco.

Um Vasco com Barbosa, Bellini, Orlando, Vavá, Almir e Pelé por este mundo.

Em 1957?

O Vasco meteu 4x3 no Real Madrid.

Imaginem esse Vasco com Ele...

20 de ago. de 2013




Por WASHINGTON VAZ




Quando o atacante Emerson Sheik deu um selinho no seu amigo Isaac Azar, talvez ele não tinha a menor noção do tamanho da polêmica que iria causar.

Foi um gesto na brincadeira, mas provocou uma avalanche de críticas, inclusive da torcida corintiana. 

Mesmo que não tenha mostrado arrependimento, Sheik pediu desculpas no programa “Os Donos da Bola”

Mas o atacante beijoqueiro não será o primeiro nem o último a entrar nesta polêmica.

O mais famoso deles ocorreu em 1996.

Um beijo ‘cinematográfico’ protagonizado por Maradona e Caniggia na goleada do Boca Juniors sobre o River Plate, por 4 a 1.

O beijo sem explicação acabou ficando conhecido como “Beso del Alma”.

Maradona que chegou a repetir o feito com seu pupilo Carlito Tevez, em 2001.



Também já teve beijo na careca, como sinônimo de sorte.

Bitoquinha do zagueiro Blanc na careca do goleiro Barthez, que foi repetido a cada vitória francesa na Copa de 98.

Quatro antes antes, na Copa do Mundo dos Estados Unidos em  1994 que também teve beijos entre Romário e Bebeto. 

Não só deu beijo, como já disse EU TE AMO!


Em ligas europeias, Gary Neville e Paul Scholes já foram vistos em selinho no Manchester United no ano de 2010.

No Brasil, Marcelinho Carioca que é conhecido no mundo da bola como traíra, também dava seus beijinhos, antes dos jogos e durante a comemoração dos seus gols.




E beijo também rola em treino, como já visto no Parque Antártica, ou Ronny e Leandro Amaro vão negar?



Entre tapas e beijos e não importa se é clássico, tampouco se vale título.

Foi o que fez o flamenguista Williams após cometer falta no vascaíno Phillipe Coutinho, em plena final de Taça Rio! 



Mas o beijo mais hilário também ocorreu no Rio de Janeiro.

O beijoqueiro foi zagueiro Cléberson, da Cabofriense no árbitro Ubiraci Damásio , em 2007 Taça Rio de 2007, contra o Botafogo. 

Damásio que não gostou e aplicou cartão amarelo, dizendo que beijo não era permitido. 

O melhor de tudo, foi a indagação do zagueiro: “Não pode beijar? Que loucura”



Então relaxa, Sheik!

O beijo já foi dado e pra torcida corintiana largar do seu pé só tem jeito:

Entrar em campo, jogar bem, fazer gols!

Ai o beijo é liberado de vez.

E a primeira chance já é amanhã, contra o Luverdense, pela Copa do Brasil.

Vai que é tua, Sheik!



15 de ago. de 2013





2 de ago. de 2013





Por WASHINGTON VAZ

Em 2013 estamos percebendo um novo fenômeno de um quase monopólio de patrocínio no Futebol brasileiro.

Onda que iniciou em 1987, na Copa União, onde quase todos os clubes foram patrocinados pela Coca-Cola, fazendo com que na época, sua imagem fosse diretamente associada ao futebol.

Em 2011, foi a vez do banco BMG, seguindo no mesmo rumo da empresa de refrigerantes e com cifras bem maiores do que no final da década de 80.

Investindo no futebol desde 2008, o banco mineiro administrado por Ricardo Guimarães (ex-presidente do Atlético-MG), chegou a somar mais de R$ 100 milhões anuais.

Para chegar a este montante, foi necessário patrocinar 19 clubes em todo o país.


Flamengo, Vasco, São Paulo, Santos, Cruzeiro, Atlético-MG, América-MG, Bahia, Coritiba,  Atlético-GO, Sport, Santa Cruz, Botafogo-SP, São Bernardo-SP, Pelotas-RS, Brasil de Pelotas-RS, Rio Branco-ES, Uberaba-MG e Itumbiara-GO foram os clubes patrocinados.

Investimento que passou desde a receita em patrocínios de camisa a contratação de atletas, como foi no caso do Galo.

Agora, o mais recente fenômeno publicitário do futebol brasileiro é a Caixa Econômica Federal.

Até o momento, são 11 os  clubes patrocinados pelo banco estatal.

Corinthians, Flamengo, Vasco, Vitória, Coritiba, Atlético-PR, Atlético-GO, Avai, Figueirense Chapecoense e ASA estão sendo patrocinados.


Ocupando diferentes espaços nos uniformes, a Caixa, soma-se R$ 96,9 milhões injetados nos cofres de clubes. 

Montante o suficiente para patrocinar o Barcelona, que recebe o equivalente R$ 90 millhões por ano para estampar a companhia aérea Qatar Airways.

Este numero poderá ampliar os mais de R$ 100 milhões investidos pela BMG.

Especula-se que clubes como Cruzeiro, Atlético-MG, Sport, Paraná e Santos entrem para o rol dos agraciados.

O Corinthians é o que mais recebe apoio da Caixa, com R$ 31 milhões/ano.

Neste ranking, logo após o Timão, vem o Flamengo com 25 milhões.

Fechando o TOP3 está o Vasco da Gama e que até pouco tempo, estava em crise financeira.

Estampando o banco estatal no peito e no calção, o time cruz-maltino garante 15 milhões anuais.

Coincidência ou não, durante este período a Caixa Econômica Federal obteve um lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre deste ano, apontando um crescimento de 12,5% em relação ao mesmo período de 2012.

Se isso traz alguma relação com o futebol? Vale a pena um estudo aprofundado.

Os números do segundo trimestre, ainda não divulgados, devem ser ainda melhores. 

Vale ressaltar que estes valores vem a publico, através do Diário Oficial da União. 

É tanto dinheiro público sendo investido no futebol, que até políticos se "vendem".

Fernando Collor de Mello,  declarou abertamente em seu site oficial que foi o o intermediário entre a Caixa e o ASA de Arapiraca.

ASA  que vai receberá R$ 1 milhão anual para estampar a marca do banco federal em seus uniformes.




30 de jul. de 2013





Por WASHINGTON VAZ

Avisa ai que tem estrangeiro na área!

Segundo dados da CBF, cerca de 50 jogadores estrangeiros estão disputando o Campeonato Brasileiro de 2013.

Um numero inédito e que reflete a força econômica do Brasil perante os países vizinhos da América Latina.

Outro fator a ser levado em consideração é a crise financeira que assola a Europa.

O Brasil que já viu e acolheu craques como Figueroa, Romerito, Conca, Doval, Tevez, Sorín, Petkovic e Acosta agora vê com bons olhos e naturalidade a inserção da mão-de-obra estrangeira no "País do Futebol".

No sul do país, os rivais Internacional e Grêmio já estão acostumado em importar craques de terras vizinhas.

Os argentinos Bolatti, D'Alessandro, Dátolo e Scocco além do uruguio Forlán defendem o colorado.

Nos outros 50% em Porto Alegre, estão mais quatro sulamericanos.

O paraguaio Riveros, o chileno Vargas, o argentino Barcos e o uruguaio Maxi Rodríguez fecham a conta no Rio Grande.

No Santos a grande estrela após a saida de Neymar é o argentino Montilo, buscando apresentar o bom futebol praticado no Cruzeiro em temporadas passadas.

O Alvinegro Praiano que também tem a disposição o chileno Eugenio Mena e o argentino Pato Rodriguez.

Corinthians que caiu nas graças do peruano Guerreiro, artilheiro do Mundial Interclubes.

Ponte Preta e Portuguesa também "habla español"...

A Macaca tem a seu favor o argentino Sarmiento e os  peruanos Advíncula e  Ramirez neste Brasileirão.

Já a Lusa tenta sobreviver na Série A com o argentino Marcelo Cañete.

Os quatro clubes do Rio também tem seus Gringos.

O holandês Clareence Seerdof é Rei no Botafogo que um dia já teve o Loco Abreu nos braços da torcida, mas também conta com o uruguaio Lodeiro.

No Flamengo, o boliviano Marcelo Moreno busca seu espaço perdido no Grêmio.

A Gávia que também conta com o paraguaio Cárceres e o Chileno-brasileiro Marcos Gonzáles.

Nas Laranjeiras, o colombiano Valência e luso-brasileiro Deco tomam conta do meio-campo do Fluminense.

Vasco que usa e abusa dos gringos e excede a cota permitida pela CBF.

O mais famoso é o ex-colorado e argentino Guiñazu, mas já contava com o peruano Yotún, o equatoriano Carlos Tenório e o colombiano Montoya.

O Coritiba conta com o angolano Geraldo e marcou até o gol da vitória no ultimo Atletiba. 

A outra metade de Curitiba tem o argentino Marcelo Palau e o espanhol Fran Mérida defendendo as cores do Furacão.

Em Minas, apenas o Cruzeiro conta com estrangeiros, vestindo a camisa celeste o atacante argentino Martinuccio e o zagueiro uruguaio Victorino.

Na Boa Terra, também há produto importado.

O Tricolor de Aço tem o colombiano Angulo e o norte-americano Freddy Adu na criação das jogadas.

E o Leão da Barra que surpreende com o primo de Lionel Messi, o argentino Maxi Biancucchi,  mas também conta com o paraguaio Cáceres e o argentino Escudero.

E por fim, o Náutico que fez um pacotão de reforços.

Nos Aflitos, desembarcaram o argentino Diego Morales, o venezuelano Ângelo Peña  e uruguaio Juan Manuel Olivera. 

O maior problema é que a grande quantidade de importação muitas vezes termina afetando a qualidade. 

Se há por um lado tem o histórico de êxitos em algumas contratações, ocorre também fracassos e lamentações.

Exemplos de enganadores que ganham dinheiro em território nacional somente porque “hablam castellano”.

Quem não se lembra de nomes como Patito Rodrigues e Miralles, no Santos, além de Defederico e Martinez, no Corinthians?

Então é preciso bastante cautela pra não cair no conto do vigário dos empresários que tentam vender gato por lebre.

Ao invés de gringos de condição duvidosa, é bom sempre dar uma olhadinha na prata de casa.


24 de jul. de 2013







Em 1949, o América tinha uma equipe poderosa. Amaury no gol, Cido na zaga, Dequinha no meio campo e Buarque no ataque eram jogadores de fino trato. No dia 10 de abril, a equipe abriu o campeonato pernambucano contra o Íbis. Para quem esperava mera formalidade pelo aniversário de trinta e cinco anos do América, a ser comemorado dois dias depois, veio a surpresa da suada vitória esmeraldina por 5 a 3. O destaque foi a atuação do zagueiro Cido, o qual se contundiu sendo deslocado para a ponta-esquerda já que não era permitida a substituição. Na ponta-esquerda, Cido transformou-se em artilheiro, balançando por duas vezes as redes do arqueiro ibiense, Ísaías, salvando o América do empate inesperado.

Eram tempos de muitos gols, enquanto América e Íbis marcavam oito tentos, a seleção brasileira no sul-americano disputado no Pacaembu e em São Januário, disparava um 10 a 1 sobre la frágil Bolívia do goleiro Arraya. Mal sabia o América que dois meses depois iria medir forças contra o Expresso da Vitória, o Vasco da Gama, campeão sul-americano de futebol, base da seleção brasileira favorita ao título mundial de 1950.

No dia 13 de junho de 1949, pleno dia de Santo Antonio, a delegação do Vasco da Gama chega ao Recife sob comando de Flávio Costa. O Vasco retorna de uma excursão ao Ceará, onde havia derrotado o Ceará Sporting pelo placar de 6 a 1. No mês anterior, quebrara a invencibilidade do poderoso Arsenal, invicto em terras brasileiras. Para delírio de quem gostava do bom futebol, seis jogadores da seleção de Flávio Costa se hospedaram no Hotel Central: Barbosa, Augusto, Eli, Danilo, Ademir e Maneca. De quebra, Heleno de Freitas fazia parte do elenco.

A estreia dos vascaínos foi marcada para o dia 16 de junho na Ilha do Retiro. O América acabara de bater o Santa Cruz, campeão estadual em 1948, sob a batuta do técnico Valentim Navamuel. Os bastidores do América eram conduzidos pelo futuro vice-rei do Nordeste, Rubem Moreira. A arbitragem estava a cargo do inglês Cecil Barrick, integrante da delegação carioca, um dos responsáveis por ensinar a correta interpretação das regras do futebol aos jogadores brasileiros em ritmo de Copa do Mundo.

O preço dos ingressos foi acertado em Cr$ 100,00 para automóveis, inclusive com motoristas – naquele tempo na Ilha, automóvel tinha lugar cativo, como num drive-in – cadeiras de arquibancadas Cr$ 80,00, arquibancadas Cr$ 40,00, cadeira de pista Cr$ 30,00, sócios, crianças, mulheres e militares Cr$ 20,00. Os bilhetes podiam ser adquiridos na Sapataria Luso-Brasileira, na rua 1° de março ou na sede da FPF.

Antes do prélio, os dirigentes americanos comandados pelo presidente Anésio Silva e por Rubem Moreira, levam o Vasco da Gama para um almoço regional inesquecível no restaurante Maxime's no Pina.

Por outro lado, o árbitro Cecil Barrick tornou-se atração na cidade. O Diario de Pernambuco solicitou a um de seus colaboradores,  professor de inglês e acadêmico de medicina, Laudenor Pereira, a entrevista com o famoso árbitro inglês no Hotel Central. Introdutor da diagonal na arbitragem internacional, condecorado pelo rei britânico durante a final da Copa da Inglaterra, Barrick concede entrevista sensacional, encantado pela beleza do Recife. O episódio marcou a vida do futuro cirurgião vascular e professor universitário Laudenor Pereira, o qual se tornaria também lendário médico do Sport Club do Recife.

O público superlotou as dependências da Ilha do Retiro. O América alinhou Amaury; Doutor e Cido; Julinho, Dequinha e Astrogildo; Isaías, Amaro, Buarque, Valeriano e Dija. O potiguar Dequinha estreando contra a equipe vascaína que ele tornaria a enfrentar em outros tantos carnavais cariocas. O Vasco da Gama formou com Barbosa; Augusto e Sampaio; Eli, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Heleno de Freitas, Ademir e Mario.

O América jogou o que sabia e o que não sabia. Mas como ultrapassar as defesas de Moacir Barbosa? Como suplantar a linha média com Eli, Danilo e Jorge? Como resistir a um ataque que tinha dois dos maiores atacantes da história do futebol mundial: Heleno e Ademir?

Durante 22 minutos, o sexteto defensivo do América fez uma atuação de gala. Foi então que Ademir deu um dos seus rushs famosos, saudoso do gramado onde dera seus primeiros chutes no futebol profissional. Doutor e Cido não puderam acompanhar o Queixada: Vasco 1 a 0.

Mas o dono do espetáculo foi Heleno de Freitas. Disposto a mostrar que tinha vaga na seleção, Heleno aproveitou rebote de Cido e mandou petardo inapelável nas redes de Amaury aos 24 minutos de peleja. O América mal teve tempo de saber o que estava acontecendo, como boxeador que recebe um direto no queixo e Heleno entrou na grande área americana tabelando com Ademir em velocidade, marcando seu segundo gol na partida.

O primeiro tempo terminou em 3 a 0. O Vasco da Gama satisfeito com o escore. O América sem forças para reagir. A plateia aplaudindo o segundo tempo de bola de pé em pé. O velho Menezes, pai de Ademir, sendo vigiado de perto pelos dirigentes com medo de perderem algum jovem valor para o sul do país. No Rio Grande do Sul, uma bomba explodia entre os torcedores colorados. Tesourinha estava indo para o Vasco da Gama.

O Expresso era mesmo implacável.


21 de jul. de 2013





O Vasco de Ademir e Djalma.

Vasco de Nado e Salomão.

Vasco de Almir e Adilson.

Vasco de Ricardo Rocha.

Vasco de Ramon.

O Vasco do último Rei do Rio.

Um tal de Juninho Pernambucano...



13 de jul. de 2013





Seu dinheiro, o meu, o nosso.

Agora também patrocinam o Vasco da Gama.

Vinte milhões de reais para um clube falido.

Legal...

18 de jun. de 2013





Aos 85 anos.

O histórico S. Januário recebe um elogio e tanto.

Os espanhóis depois da passagem por Recife.

Descobriram o céu no Rio de Janeiro.

Parabéns ao Vasco da Gama.

E Pernambuco segue em frente.

Dando nota 8 para o que foi abaixo da crítica...

Japão e Itália?

Já nos deram a resposta.

Chegaram em cima da hora.

Vão jogar e dizer adeus... o mais rápido possível.

2 de jun. de 2013





Talvez seja temporária.

Mas a equipe eliminada pelo Salgueiro na Copa Brasil.

Lidera o Brasileiro.

Futebol?

É coisa pra doido...

5 de abr. de 2013





O mega-artilheiro Fernando Santana confere.

A torcida se prepara pra gritar GOL!

Mas Norberto Andrada.

Felino argentino.

Desvia a bola com a ponta dos dedos.

Pra desgosto dos deuses do futebol...

2 de abr. de 2013





31 de mar. de 2013




Vamos ver como está a turma da Primeirona?


1. Náutico - perdeu o técnico e dois clássicos

2. Atlético-MG - voando baixo

3. Atlético-PR - se enroscando nos Londrinas da vida

4. Bahia - salvo por Obina

5. Botafogo - levou a Taça Guanabara

6. Corinthians - voando baixíssimo

7. Coritiba - jogando a toalha no segundo turno paranaense

8. Criciúma - Com Vadão meteu oito no Juventus... o que não é lá grande coisa

9. Cruzeiro - garantiu vaga nas semifinais mineiras

10. Flamengo - uma bagunça perdendo pro Audax

11. Fluminense - belo elenco e confusões nos bastidores

12. Goiás - contratou Hugo, ex- Sport e lidera goiano

13. Grêmio - maio atrapalhado no gauchão

14. Internacional - Forlan comanda a reação

15. Ponte Preta - ameaça ganhar o primeiro título da história... o paulistão 2013

16. Portuguesa - em segundo na segundona do Paulistão

17. Santos - capengando com Neymar

18. São Paulo - mal na Libertadores... líder no Paulistão

19. Vasco da Gama - sem lenço, sem documento e sem Dedé

20. Vitória-BA - Deve levar o estadual 

24 de mar. de 2013






Era tradição.

Grandes clubes e seleções cruzando o Aeroporto dos Guararapes.

Lá estavam os jornalistas pernambucanos.

O Real Madrid chegava ao Brasil.

Iria enfrentar o Vasco da Gama.

O grande mestre Adonias de Moura não perde tempo.

Vai ao encontro de Santiago Bernabeu.

Dono do time e vice-rei da Espanha.

Bernabeu fala que o segredo da maior equipe do planeta.

Estava no caráter dos jogadores.

Jogadores comandados por Di Stéfano.

Maior equipe ou não.

O Vasco naqueles tempos.

Era um rival quase diário do Real pentacampeão europeu.

Entre 1956 e 1961.

Enfrentaram-se seis vezes.

Com duas vitórias pra cada lado.

(O jogo no Maracanã terminaria em 2x2)

Sinal dos tempos?

Depois deste jogo.

O Real ganhou todas do Vasco...



15 de fev. de 2013





Dicas?

Era um bon vivant.

Dúzias de apartamentos.

Agência de automóveis.

Família rica.

Perdeu tudo.

Qual seu nome completo?

10 de fev. de 2013





1949.

O Vasco de Heleno e Ademir enfrenta o Santa Cruz.

Triunfo difícil do Expresso da Vitória.

Destaque?

O duelo antológico entre o passado e o futuro do arco tricolor.

De um lado, Moacir Barbosa.

Do outro.

O espetacular arqueiro Zébinga.

Muralha coral...



24 de jan. de 2013





20 de nov. de 2012




Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM          




Ao longo da história dos Campeonatos Brasileiros, desde 1971, entre os 12 maiores times brasileiros, 5 deles jamais disputaram divisões intermediárias, segunda e/ou terceira divisão e/ou similares, são eles: Cruzeiro, Flamengo, Internacional, Santos e São Paulo.

Dentre as outras 7 equipes apresento abaixo a lista das equipes que permaneceram o maior número de dias nas divisões inferiores do Campeonato Brasileiro:
O critério utilizado para a contagem dos dias é o final da competição que definiu a ida da equipe para a disputa, até a data final do campeonato intermediário que o time disputou.

Eis a lista:

1. Fluminense: 765 dias (Segunda Divisão de 1998 e Terceira Divisão de 1999)
2. Grêmio: 705 dias (Segunda Divisão de 1992 e 2005)
3. Palmeiras: 572 dias (Taça de Prata de 1981 e 1982 e Segunda Divisão de 2003)
4. Corinthians: 449 dias (Taça de Prata de 1982 e Segunda Divisão de 2008)
5. Botafogo: 372 dias (Segunda Divisão de 2003)
6. Atlético Mineiro: 351 dias (Segunda Divisão de 2006)
7. Vasco da Gama: 351 dias (Segunda Divisão de 2009)

Ao considerarmos o rebaixamento do Palmeiras para a Segunda Divisão de 2013, a equipe alviverde passará ser a equipe grande com maior período de dias em divisões intermediárias do campeonato brasileiro.

1. Palmeiras: 922 dias (Taça de Prata de 1981 e 1982 e Segunda Divisão de 2003 e 2013)
2. Fluminense: 765 dias (Segunda Divisão de 1998 e Terceira Divisão de 1999)
3. Grêmio: 705 dias (Segunda Divisão de 1992 e 2005)

Já estou admitindo o retorno do grande alviverde para o local da onde ele jamais poderia ter saído, a Série A.
um abraço,
José Renato Santiago


17 de nov. de 2012




Por LUCÍDIO JOSÉ DE OLIVEIRA, MDM





Maneco jogou somente uma partida pela seleção nacional. Sua vida foi o América, onde se fez e foi famoso em duas linhas de ataque, a do já  citado Tico-Tico-no-fubá, de 1946: China, Maneco, César, Lima e Jorginho, e a do ano do Maracanã, em 1950, depois da Copa do Mundo: Natalino, Maneco, Dimas, Ranulfo e Jorginho. O Vasco foi o campeão, o América ficou em segundo, invicto até a antepenúltima rodada.

O outro, Maneca, tendo surgido um pouco depois, brilhou no futebol na passagem dos anos 40 para os 50. Baiano de Salvador, foi revelado pelo Galícia. Menino de boa família, classe média de Salvador, bem diferente de Maneco, da molecada do futebol de rua de Irajá, zona norte do Rio. Maneca teve a sorte de chegar ao Vasco no tempo do Expresso da Vitória, o Vasco, três vezes campeão carioca invicto na década de 40, em 1945, em 47 e em 49. Jogou ao lado de Barbosa, de Danilo e de Ely do Amparo. De Ademir, Augusto, Jair, Ipojucan, Chico e Heleno de Freitas. Não é pouca coisa. Foi um jogador brilhante, era um cracaço, mais meio-campista que o outro, Maneco. Encantava pelo seu futebol de fino trato. Jogou na Seleção e no Bangu, no final da carreira, agora ao lado de Zizinho. Poucos gozaram de tanto privilégio. Voltou depois para Bahia, encerrando a carreira no seu Galícia.

A fatalidade do suicídio aproximou as biografias de Maneco e Maneca. Motivos e razões distintas levaram os dois craques ao chamado gesto tresloucado. Maneco, foi levado a cometer o desatino por problemas financeiros, pelas dificuldades que vinha enfrentando na lutaq desigual para se manter vivo com dignidade. Era na ocasião treinador dos juvenis do América. Treinar um time de meninos não é a mesma coisa que ser capa de revista. O salário, bem menor, não dava para chegar junto na hora de saldar os compromissos assumidos desde quando era jogador. Um dia não teve como pagar a prestação da casa que comprara para os pais no bairro de Irajá. Acabou ingerindo veneno, trancado no banheiro da casa de um parente. Foi encontrado morto. Com Maneca foi diferente. Morando em Copacabana depois que parou de jogar, levava aparentemente uma boa vida, bem ao seu estilo de moço do boa aparência, cercado de amigos e namoradas. Não vivia os problemas sociais de Maneco, o menino pobre de Irajá. Vivia em outro mundo. Mas não suportou a ausência dos holofotes. Não soube conviver com o ostracismo da aposentadoria precoce, entrando em profunda depressão cerca de quatro anos depois que parou de jogar. Seu problema era de ordem existencial. Decidiu acabar com a vida. E o fez, porém, do mesmo modo, ingerindo veneno, quem sabe o mesmo veneno que matou Maneco. 

9 de nov. de 2012



COM OS TRÊS PATETAS E CHICO