5 de ago. de 2013





5 de agosto de 1973.

Dr. José Queiroga está confiante.

Tostão nem tanto.

O trauma de Bogotá - onde sequer foi examinado por um oftalmologista

trauma que se repetiu no Pacaembu com Ditão.

O trauma foi definitivo.

Cirurgia em Houston.

Copa do Mundo.

Campeão da Minicopa.

Herdeiro de Pelé.

Os três milhões e quinhentos mil cruzeiros do Vasco da Gama.

Tudo se confunde na mente do artista.

O Instituto Brasileiro de Resseguros lançou o aviso.

Tostão não deve ter apólice aceita por nenhuma seguradora.

O risco é fatal.

Livro de Herman Hesse nas mãos.

Morre o craque.

Nasce o médico...





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Um comentário:

  1. Tive o prazer e honra de ver jogar um dos maiores craques do futebol brasileiro. Liderava do Cuzeiro ao lado de Raul Plasman; Wilson Piaza, Natal, e Dirceu Lopes, talvez o jogador mais desafortunado do Brasil por ter surgido como craque quando o Brasil tinha somente Gerson "o canhotinha de ouro" e Ademir da Guia "o divino".Não fosse pelos dois e Diceu seria um dos maiores da história. História esta que o destino também, não quiz legar ao genial Tostão "o mineirinho de ouro", craque na bola e hoje um dos melhores articulistas sobre futebol que o Brasil tem. Ao Dr.Eduardo Gonçalves de Andrade, meu respeito.

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