5 de agosto de 1973.
Dr. José Queiroga está confiante.
Tostão nem tanto.
O trauma de Bogotá - onde sequer foi examinado por um oftalmologista
trauma que se repetiu no Pacaembu com Ditão.
O trauma foi definitivo.
Cirurgia em Houston.
Copa do Mundo.
Campeão da Minicopa.
Herdeiro de Pelé.
Os três milhões e quinhentos mil cruzeiros do Vasco da Gama.
Tudo se confunde na mente do artista.
O Instituto Brasileiro de Resseguros lançou o aviso.
Tostão não deve ter apólice aceita por nenhuma seguradora.
O risco é fatal.
Livro de Herman Hesse nas mãos.
Morre o craque.
Nasce o médico...

Tive o prazer e honra de ver jogar um dos maiores craques do futebol brasileiro. Liderava do Cuzeiro ao lado de Raul Plasman; Wilson Piaza, Natal, e Dirceu Lopes, talvez o jogador mais desafortunado do Brasil por ter surgido como craque quando o Brasil tinha somente Gerson "o canhotinha de ouro" e Ademir da Guia "o divino".Não fosse pelos dois e Diceu seria um dos maiores da história. História esta que o destino também, não quiz legar ao genial Tostão "o mineirinho de ouro", craque na bola e hoje um dos melhores articulistas sobre futebol que o Brasil tem. Ao Dr.Eduardo Gonçalves de Andrade, meu respeito.
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