1 de nov. de 2012




'Não é só a morte que iguala a gente. O crime, a doença e a loucura também acabam com as diferenças que a gente inventa.'



Lima Barreto foi brasileiro e genial.    

Bebeu tanto quanto Garrincha.

Tanto que enlouqueceu como o pai.

Foi botado pra fora da Politécnica,

inimigo cordial da Mecânica.

Inventou de escrever Policarpo Quaresma.

Crítico do Brasil ideal da República Velha.

Lima estava a frente do seu tempo.

Tempo em que bruxos fundavam Academias.

Tempo em que até Lobato achava o establishment um barato.

Tempo sem Modernismos.

Tempos do branco no futebol brasileiro.

Futebol que Lima Barreto achava um saco.

Lima só foi encontrar a igualdade racial no manicômio.

Único local aliás.

Onde a democracia existiu e existe de fato no Brasil...







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