13 de jan. de 2009





Por ROBERTO VIEIRA


O Grêmio pretende utilizar o Viagra em partidas disputadas na altitude pela Libertadores. Grêmio que terá pela frente adversários bolivianos, colombianos e mexicanos.

Nada de novo no front.

O Viagra foi desenvolvido para tratamento da pressão alta. Devido aos seus efeitos vasodilatadores por inibição da fosfodiesterase-5. Por tabelinha, descobriu-se pretenso afrodisíaco. Salvando alguns casamentos e divorciando outros.

Em 2006, estudo comprovou a melhoria da performance de ciclistas em grandes altitudes com o Viagra. Devido a diminuição da vasoconstricção pulmonar e consequente maior volume de sangue na circulação cardíaca. Entretanto, tal melhoria na performance, não ocorre com todos os atletas. Em 60% dos casos, nenhuma mudança foi registrada.

Cabe ao Grêmio, ou a qualquer time que vá enfrentar a altitude, realizar simulações em seus atletas antes da viagem. Determinar quem se beneficia do tratamento. Sempre lembrando que, os testes anteriores com o Viagra, foram realizados em laboratório. Com toda infraestrutura hospitalar ao lado, para o caso de alguma intercorrência. Nunca na altitude La Paz ou de Potosí.

Em 90 minutos de guerra.

Além do mais, o Viagra possui um efeito colateral sui generis. A alteração na visão das cores verde e azul. O que pode fazer um zagueiro trocar as cores do seu time. E acabar fazendo um gol.

Contra.



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