O Flamengo foi de prata da casa em 1987.
Convocou o técnico Carlinhos.
E com Carlinhos, o Flamengo quebrava um tabu.
Todas as categorias de base eram dirigidas por ex-atletas.
Exceção feita a Toninho Barroso, técnico dos juniores.
Lá estavam Joel, reserva de Garrincha em 1958.
Joel que chefiava as peneiras do clube com mão de ferro.
O fenomenal Dida era o supervisor. Dida, alagoano e gênio.
Gênio que quase vinha pra Ilha do Retiro em começo de carreira.
Graças a Deus foi pra bem longe.
Além deles, havia o Bode Atômico: Dionísio.
Havia Neca. Havia Liminha, o carrapato.
Muita gente vive endeusando a capacidade técnica.
Mas quando a técnica traz consigo a paixão, o resultado é muito melhor.
É só comparar Pintado e Roberto Fernandes no comando alvirrubro.
Com banana e tudo...
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