24 de out. de 2008




O Flamengo foi de prata da casa em 1987.

Convocou o técnico Carlinhos.

E com Carlinhos, o Flamengo quebrava um tabu.

Todas as categorias de base eram dirigidas por ex-atletas.

Exceção feita a Toninho Barroso, técnico dos juniores.

Lá estavam Joel, reserva de Garrincha em 1958.

Joel que chefiava as peneiras do clube com mão de ferro.

O fenomenal Dida era o supervisor. Dida, alagoano e gênio.

Gênio que quase vinha pra Ilha do Retiro em começo de carreira.

Graças a Deus foi pra bem longe.

Além deles, havia o Bode Atômico: Dionísio.

Havia Neca. Havia Liminha, o carrapato.

Muita gente vive endeusando a capacidade técnica.

Mas quando a técnica traz consigo a paixão, o resultado é muito melhor.

É só comparar Pintado e Roberto Fernandes no comando alvirrubro.

Com banana e tudo...


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