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Por ROBERTO VIEIRA
1987. Estádio do Arruda.
Um antigo ídolo marca de cabeça.
Silêncio.
A torcida alvirrubra fica calada.
Lembrança de antigos clássicos.
De um bicampeonato.
Saudade de um grande amor que passou.
Eram decorridos 38' do segundo tempo.
O placar marcava Náutico 0 x 0 Rio Branco.
A bola cruzada sobre a área.
O goleiro Pimentinha observa o atacante de olhos abertos.
Fatal.
O atacante cabeceia fora do alcance do arqueiro timbu.
E comemora calado.
Como se o passado chegasse de repente.
O Náutico de Tilico, Levi e Mirandinha era pouco, muito pouco.
Pois do outro lado estava Ele:
Baiano!
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