27 de fev. de 2016
14 de abr. de 2013
Segundo João Batista de Sales.
O Fio Maravilha da foto.
Baiano era um jogador banal.
Até cruzar com fio na Desportiva Vitória.
Baiano que tina passe preso no Rio Bransco-ES.
Mas por um dinheirinho da Vale do Rio Doce.
Foi fazer gol na revelação do Brasileirão;73...
7 de abr. de 2013
12 de mar. de 2013
9 de jun. de 2012
Na estreia no Leão.
O técnico José Amaral.
Time todo remendado.
Tascou Baiano de centroavante.
Coisa de quem quer se dar mal.
E se deu.
Baiano não andou em campo.
Depois recuaram o craque.
Botaram ao lado do Ribamar.
Não funcionou.
Como disse antes.
Caso de peixe fora d'água...
3 de jun. de 2012
Em 1981.
Baiano foi artilheiro do estadual jogando pelo Santa Cruz.
Nada menos que 38 gols.
Baiano que passou em brancas nuvens pelo Supercampeonato.
Porque o tempo de Baiano ainda estava por vir...
21 de out. de 2008
[imagem]
Por ROBERTO VIEIRA
1987. Estádio do Arruda.
Um antigo ídolo marca de cabeça.
Silêncio.
A torcida alvirrubra fica calada.
Lembrança de antigos clássicos.
De um bicampeonato.
Saudade de um grande amor que passou.
Eram decorridos 38' do segundo tempo.
O placar marcava Náutico 0 x 0 Rio Branco.
A bola cruzada sobre a área.
O goleiro Pimentinha observa o atacante de olhos abertos.
Fatal.
O atacante cabeceia fora do alcance do arqueiro timbu.
E comemora calado.
Como se o passado chegasse de repente.
O Náutico de Tilico, Levi e Mirandinha era pouco, muito pouco.
Pois do outro lado estava Ele:
Baiano!
15 de ago. de 2008

O que é o artilheiro?
Um senhor desconhecido que habita o milésimo de segundo em que a bola toca as redes?
Ou o herói de todos nós num passado distante?
Para minha geração, artilheiro se chamava Baiano.
Walmecyr José Margon.
Nem baiano era. Era e é capixaba.
Mas os anos 80 levam seu nome.
A gente costumava caminhar sereno e tranquilo para a Casa de Festejos.
Não, eu não estou falando do barzinho na Torre.
Falo do estádio situado às margens do Capibaribe.
Palco de tantas e tantas festas timbus.
Certa vez, cheguei atrasado com os amigos. Calmos, sossegados. Dândis.
O time da Ilha já estava ganhando de 1 x 0. E a torcida rubronegra urrava, berrava nas arquibancadas contralaterais.
Sei que nosso grupo sentou, pediu umas brahmas, olhou pro céu e começou a falar do tempo.
Absolutamente certos da vitória. Como dois mais dois são quatro.
Tiro e queda.
Baiano fez um. Depois fez outro.
A torcida do Sport ficou urrando, berrando nas arquibancadas e sociais.
E a gente foi caminhando sereno e tranquilo até o Cantinho da Ilha.
Conversar sobre a vida.
Coisa muito mais difícil que ganhar do Sport nos tempos de Baiano.
Na foto, o eterno artilheiro visita o Timbu.
Conversa junto do gol.
Gol que sempre foi seu servo e escravo.
Indigno de qualquer alforria...
4 de jul. de 2008
O mundo estava pensando na Copa do Mundo em julho de 1982.
O Náutico mandava a campo uma dupla rimada no nome e nos gols:
Baiano & Marciano.
Baiano, futuro líder do Náutico, bicampeão pernambucano.
Feroz Timbu nos brasileiros. Algoz dos leões e cobras.
Marciano começou a carreira como artilheiro.
Mestre na arte de hipnotizar defesas.
Com o tempo, Marciano foi ficando cada vez mais terráqueo.
Como se alguma kryptonita houvesse pousado em nosso planeta.
Sem gols, retornou ao seu planeta de origem. Incógnito.
Na foto, Baiano salta com Birigui.
Empate de 1 x 1 nos Aflitos das mangueiras milenares e telhados vermelhos.
Aflitos dos anos de chumbo...





