28 de set. de 2008







Esse negócio de assistir jogo do Náutico de longe é coisa de mentecapto. O coração gela, a mão formiga, o grito fica preso. Ainda bem que me deixaram numa sala, sozinho, olhando pra serra de Caçapava.


O primeiro tempo do Náutico começou com aquele gosto de que eu já tinha visto o filme mas não sabia o nome. Depois, Roberto Fernandes acertou a marcação e o jogo ficou equilibrado.


O churrasco foi bom. O vinho estava excelente. O vento frio sopra lá fora. Mas eu ainda sonho com a sobremesa italiana.


Polpetone!






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