
A falta de dinheiro é flagrante.
O contrato com Felipe foi reduzido pela metade.
Em dezembro de 2008, o jogador bate asas dos Aflitos.
Acordo feito em junho deste ano após aquela confusão do jogo contra o Atlético-MG.
Acordo feito por falta de dinheiro.
Até aí tudo bem. Fazer o que?
O que eu não entendo, e a maioria dos mortais torcedores do Náutico não entende, é a contratação improvisada.
O caminhão de jogadores que chegam e partem dos Aflitos sem nem jogar.
A falta de aproveitamento dos prata da casa.
Jogadores que poderiam render um caixinha.
O único bê-a-bá que o torcedor conhece no dia a dia é gastar menos.
Economizar mais.
Dispensar o supérfluo. Aproveitar as sobras do jantar.
Isso se chama economia. Macro e micro.
Cada gol de Felipe agora é um passo pra um adeus em dezembro.
Sem choro, nem vela, nem retorno financeiro.
A crônica de uma morte anunciada.
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