13 de set. de 2008





A falta de dinheiro é flagrante.

O contrato com Felipe foi reduzido pela metade.

Em dezembro de 2008, o jogador bate asas dos Aflitos.

Acordo feito em junho deste ano após aquela confusão do jogo contra o Atlético-MG.

Acordo feito por falta de dinheiro.

Até aí tudo bem. Fazer o que?

O que eu não entendo, e a maioria dos mortais torcedores do Náutico não entende, é a contratação improvisada.

O caminhão de jogadores que chegam e partem dos Aflitos sem nem jogar.

A falta de aproveitamento dos prata da casa.

Jogadores que poderiam render um caixinha.

O único bê-a-bá que o torcedor conhece no dia a dia é gastar menos.

Economizar mais.

Dispensar o supérfluo. Aproveitar as sobras do jantar.

Isso se chama economia. Macro e micro.

Cada gol de Felipe agora é um passo pra um adeus em dezembro.

Sem choro, nem vela, nem retorno financeiro.

A crônica de uma morte anunciada.


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