
Em pé: Brito, Wendell, Valtencir, Nei Conceição, Osmar e Marinho Chagas;
Agachados: Zequinha, Carlos Roberto, Jairzinho, Fischer e Ademir Vicente.
O Botafogo de 1972 era um paradoxo.
Paradoxo ao texto anterior sobre craques.
Time recheado de estrelas.
Wendell, Marinho, Brito e Jairzinho.
E no ataque a contratação do centroavante argentino Rodolfo Jose Fischer.
Monstro sagrado do San Lorenzo.
O Botafogo meteu até um 6 x 0 no Flamengo.
Dois gols de Fischer, três de Jair e outro de Ferreti.
Porém, vice-campeão brasileiro foi o máximo que conseguiu.
O Botafogo daquele tempo não ganhava nem cara ou coroa.
Era tanta dívida, tanto papagaio que perderam a sede, o campo e quase o nome.
E Fischer também foi embora, disse adeus em 1976 pra jogar no Vitória da Bahia.
Vitória que montou um esquadrão, mas perdeu as finais para o tricolor da Boa Terra.
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