30 de ago. de 2008



Em pé: Brito, Wendell, Valtencir, Nei Conceição, Osmar e Marinho Chagas;
Agachados: Zequinha, Carlos Roberto, Jairzinho, Fischer e Ademir Vicente.


O Botafogo de 1972 era um paradoxo.

Paradoxo ao texto anterior sobre craques.

Time recheado de estrelas.

Wendell, Marinho, Brito e Jairzinho.

E no ataque a contratação do centroavante argentino Rodolfo Jose Fischer.

Monstro sagrado do San Lorenzo.

O Botafogo meteu até um 6 x 0 no Flamengo.

Dois gols de Fischer, três de Jair e outro de Ferreti.

Porém, vice-campeão brasileiro foi o máximo que conseguiu.

O Botafogo daquele tempo não ganhava nem cara ou coroa.

Era tanta dívida, tanto papagaio que perderam a sede, o campo e quase o nome.

E Fischer também foi embora, disse adeus em 1976 pra jogar no Vitória da Bahia.

Vitória que montou um esquadrão, mas perdeu as finais para o tricolor da Boa Terra.



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