Já havia Rita Lee, a sua mais completa inspiração.
Mas não havia Martha e Daniella.
Futebol era coisa de macho. Valentão.
Pois não é que em 1972 um atacante barbarizava no Rio Grande. Terra de bombachas e chimarrão.
Êpa, um atacante não!
Uma atacante: Claudina do Operário de Alegrete.
Uruguaia, boa de bola. Bonita.
A moça comandava o Operário usando a jaqueta de número 9.
A revista Placar decidiu tirar a prova. E além de fotografar o fenômeno mandou seu repórter Roberto Appel marcar a moça.
Roberto Appel, parente do célebre goleiro Valdir Appel.
Roberto, antigo diretor da RBS-Globo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
Roberto Appel que hoje exerce a mesma função em Salvador.
Marcar que nada!
O Appel, número 12 nas costas, levou um banho de bola.
Drible, fintas. Com 12 minutos em campo Roberto Appel abriu o bico. Pediu substituição.
E Claudina continuou seu jogo.
Pra sorriso dos marmanjos. E despeito das matronas.
Mas não havia Martha e Daniella.
Futebol era coisa de macho. Valentão.
Pois não é que em 1972 um atacante barbarizava no Rio Grande. Terra de bombachas e chimarrão.
Êpa, um atacante não!
Uma atacante: Claudina do Operário de Alegrete.
Uruguaia, boa de bola. Bonita.
A moça comandava o Operário usando a jaqueta de número 9.
A revista Placar decidiu tirar a prova. E além de fotografar o fenômeno mandou seu repórter Roberto Appel marcar a moça.
Roberto Appel, parente do célebre goleiro Valdir Appel.
Roberto, antigo diretor da RBS-Globo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
Roberto Appel que hoje exerce a mesma função em Salvador.
Marcar que nada!
O Appel, número 12 nas costas, levou um banho de bola.
Drible, fintas. Com 12 minutos em campo Roberto Appel abriu o bico. Pediu substituição.
E Claudina continuou seu jogo.
Pra sorriso dos marmanjos. E despeito das matronas.
0 comentários:
Postar um comentário
Comentários