
O que é o artilheiro?
Um senhor desconhecido que habita o milésimo de segundo em que a bola toca as redes?
Ou o herói de todos nós num passado distante?
Para minha geração, artilheiro se chamava Baiano.
Walmecyr José Margon.
Nem baiano era. Era e é capixaba.
Mas os anos 80 levam seu nome.
A gente costumava caminhar sereno e tranquilo para a Casa de Festejos.
Não, eu não estou falando do barzinho na Torre.
Falo do estádio situado às margens do Capibaribe.
Palco de tantas e tantas festas timbus.
Certa vez, cheguei atrasado com os amigos. Calmos, sossegados. Dândis.
O time da Ilha já estava ganhando de 1 x 0. E a torcida rubronegra urrava, berrava nas arquibancadas contralaterais.
Sei que nosso grupo sentou, pediu umas brahmas, olhou pro céu e começou a falar do tempo.
Absolutamente certos da vitória. Como dois mais dois são quatro.
Tiro e queda.
Baiano fez um. Depois fez outro.
A torcida do Sport ficou urrando, berrando nas arquibancadas e sociais.
E a gente foi caminhando sereno e tranquilo até o Cantinho da Ilha.
Conversar sobre a vida.
Coisa muito mais difícil que ganhar do Sport nos tempos de Baiano.
Na foto, o eterno artilheiro visita o Timbu.
Conversa junto do gol.
Gol que sempre foi seu servo e escravo.
Indigno de qualquer alforria...

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