30 de jul. de 2008





A primorosa atuação (?) do trio de arbitragem no jogo Cruzeiro x Náutico não deixa dúvidas.

Apesar da goleada, ora pois!

O futebol precisa evoluir tecnologicamente.

Tragam a bola inteligente, o tira-teima, tragam a parafernália que for necessária.

Pois os homens de preto continuam dando branco. Como nos tempos de Armando.

Não o genial Nogueira, entenda bem.

Compreendo, entretanto, que não se trata de incompetência ou favorecimento da CBF.

É simplesmente um caso de paralaxe.

E contra a paralaxe não há argumento, nem bandeirinha, nem juiz de futebol.

O jogo nos seus 45 minutos iniciais teve de tudo.

Pênalti que houve e não foi marcado. Pênalti que não houve e foi sonhado. Impedimento contra os visitantes, milimetricamente detectado pelo auxiliar e pior de tudo:

Influência direta no resultado do jogo.

Longe de mim polemizar com um árbitro de futebol. Reconheço que a profissão é difícil, espinhosa. Cruel.

Eles conhecem de cor e salteado as 17 regras do futebol.

O torcedor conhece apenas uma. A de número 5.

Aquela que dispõe serem as decisões de um árbitro em relação aos fatos do jogo definitivas. Ditatoriais.

Mas o WM já passou, o tempo do cronometrista também.

O futebol precisa evoluir tecnologicamente. Adotar a salutar democracia científica.

Decretar o suspiro final do erro do apito.




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