
Carlito Rocha e Biriba
Passeando no tempo, concluí nas páginas do futebol pelo óbvio:
O Botafogo também ama!
O Botafogo que ataca acintosamente a nossa casa. O Botafogo que se sentiu ultrajado pelo tratamento conferido nos Aflitos.
Esse Botafogo de Carlito Rocha também ama!
Há 30 anos os botafoguenses perderam o seu campo.
E se lançaram no ato de fé da manutenção da antiga sede.
Pois o Botafogo também ama!
O Botafoguense Paulo Ramos afirmava, romântico:
"A demolição da sede é inaceitável, tal o valor sentimental que ela tem para nós!"
O Botafogo também ama, meus senhores.
Pois as mesmas palavras usam os alvirrubros quando se fala da simplicidade dos Aflitos.
Porque o Náutico também ama. Escancaradamente. De joelhos postos.
Ama tanto o seu campo de futebol que se recusa a dobrar-se ante o poder e a glória.
Em 1977, a luta do Botafogo era contra a Vale do Rio Doce.
Empresa que desejava destruir a sede alvinegra.
Em 2008, a luta do Náutico é contra o Botafogo e o STJD.
STJD que nunca amou, nem sabe o que é amar alguém. Só sabe onde se localiza o próprio interesse político.
Mas o Botafogo, este Botafogo que já foi de Garrincha e Quarentinha.
Este Botafogo também ama!
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