2 de fev de 2017



Por ROBERTO VIEIRA

Dezenove anos de idade e dois meses.

No tempo em que você lê essas linhas o primeiro marcador já ficou pra trás.

Agora já se foi o segundo.

Erik para na linha lateral e vence mais um defensor do Central.

Não existe espaço vital?

Ele retorna e deixa a bola mansamente na sua perna esquerda.

A boa.

O cruzamento sai milimétrico.

Na cabeça de Maylson.

Eram decorridos 35 minutos da segunda etapa em Caruaru.

Erick de Arruda Serafim garantia os três pontos alvirrubros.

Apesar de ser de Arruda, Erick preferiu brilhar no Náutico.

Ele é a figura mais iluminada de uma nova geração de garotos bons de bola.

Tem o Joazi que já virou figura carimbada.

Tem o Manuel Ferreira Lima Neto, carioca de Natividade, lá na esquerda.

Como tem o Cal, o Gerônimo, o Nem.

E eles jogam uma bola redondinha.

Do jeito que a bola gosta de ser jogada.

O futuro deles todos?

Só essa mesma bola pode dizer...

Mas dá gosto ver!




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