22 de dez de 2016



Por ROBERTO VIEIRA

Já aconteceu algumas vezes no futebol mundial.

Afinal de contas... existe apenas uma camisa 1.

Fluminense nos anos 50.

Quem escalar?

O leiteiro Castilho.

Ou o boêmio Veludo?

Era tão difícil que gerou o caos.

Castilho titular no Fluminense e Veludo titular na seleção - e vice versa.

Até que a cachaça encerrou a carreira de Veludo.

Teve também Manoelzinho e Vicente no Náutico.

Hélio e Raul no Cruzeiro.

E por aí vai.

O Sport em 1975 tinha dois goleiros iguais em tudo.

Toinho ou Tobias?

Tobias foi pro Corinthians.

Toinho pro São Paulo.

O Sport ficou com Gilberto que era do Santa Cruz.

Tiago Cardoso vinha pro Náutico?

Júlio César tinha de ir pro Santa Cruz.

Divisão salomônica.

O resto é a dúvida ancestral, a peste bubônica do futebol.

Quem ganhar um título vai dizer que passou o outro pra trás.

Vem assim desde que o futebol é jogado com goleiro.

Ri melhor que defende o pênalti por último...






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