22 de ago de 2016



Por ROBERTO VIEIRA

Tite convocou sete campeões olímpicos para as Eliminatórias.
Sete é muito ou pouco?
Bom ou mal?
Justo ou injusto?
Ninguém tem bola de cristal pra saber.
Historicamente*, apenas uma seleção conseguiu a proeza.
Ganhar a medalha de ouro sendo campeão mundial na sequencia.
O Uruguai nos mitológicos anos de 1928 e 1930.
Quem segurava o pepino da celeste na época era Alberto Suppici.
Sete vezes campeão uruguaio como jogador.
Suppici que era uma criança de 31 anos na época.
Suppici herdou a esquadra treinada por Luís Grecco – o Micale da época.
Foi xingado no terceiro lugar da Copa América de 1929.
Mandou embora o paredão boêmio Andres Mazalli.
Tacou Enrique Ballestero no arco.
E foi campeão mundial na final com... sete campeões olímpicos.
Nasazzi, Andrade, Fernandes, Álvaro Gestido, Scarone, Castro e Pedro Cea.
Entre os reservas havia mais quatro medalhistas de ouro em Amsterdã.
Petrone, Melogno, Tejera e Urdinaran.
Tite convocou sete campeões olímpicos para as Eliminatórias.
Bom ou mal?
Justo ou injusto?
Ninguém tem bola de cristal pra saber.
E resta saber se os sete de Tite estarão entre os onze do antigo Estádio Lênin.
Lá em Moscou, 2018...

'O comentarista JOTA PEIXE lá no Blog do Juca está certo. A Itália foi ouro em 1936 e campeã do mundo em 1938. Da seleção que levou o Ouro na final de 1936 - 2 x 1 sobre a Áustria - o técnico Pozzo aproveitou os defensores Foni e Rava, além do meio-campista Ugo Locatelli na equipe titular. O atacante Sérgio Bertoni também foi convocado mas ficou na reserva.'


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