18 de mai de 2016



Por ROBERTO VIEIRA

O futebol nasceu e cresceu no amor pela camisa.
Pela escola ou time de futebol.
Eram tempos em que não se exigia atestado de paternidade ao jogador.
Ao torcedor, ao dirigente.
O cara nascia verde e branco e morria verde e branco.
Claro que depois veio o profissionalismo.
Profissionalismo atacado por Saldanha em 1975.
Profissionalismo que já tinha vindo pra ficar.
Com ou sem a argumentação de João Saldanha.
Com o passar dos anos.
O último apaixonado ficou sendo mesmo o torcedor.
Porém, não deixa de ser uma novidade barriga de aluguel em campo.
O Audax vestindo a camisa do Oeste pra disputar a Série B do Brasileirão.
Fernando Diniz comandando o Oeste.
Sei... não foi o time todo que mudou de camisa.
Foi apenas a metade do Audax – mais ou menos.
Mas caso o Oeste consiga subir para a Série A.
O Audax terá realizado uma proeza.
Ascender três divisões nacionais em sete meses.
Fato inédito no futebol mundial.

Pelo menos no futebol mundial dos tempos do papai com mamãe...


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