Era uma vez... o tempo das duplas dinâmicas.
Ou dos trios.
Mas os craques andavam em bandos.
Recitados como poesia.
O Santa Cruz dos anos 30 teve das primeiras dessas duplas na sua ala esquerda.
E como se jogava em alas naqueles tempos!
Os nomes se completavam.
O poder de fogo, também.
Na meia vinha o Sidinho.
Na ponta chegava o Siduca.
Sidinho e Siduca.
No Santa Cruz e na seleção pernambucana eram presença certa.
Certeza de boa, na rede e bom futebol.


Tive o privilégio de jogar contra Siduca, já veterano, aposentado, em partida disputada lá no Pina, entre o meu time - o Internacional - e o clube local. Fui o seu marcador: ele de ponta esquerda, eu de lateral direito. Ele só aguentou 20 minutos do meu entusiasmo... Foi substituído por seu filho. Que não tinha o mesmo talento. E o meu currículo de peladeiro, ficou enriquecido...
ResponderExcluirAcho que havia parentesco bem próximo entre Sidinho e Alcidésio. Acho também que Sidinho chamava-se Alcides, nome de batismo; o mesmo nome de Siduca. São dúvidas que talvez possam ser esclarecidas por Lenivaldo ou mesmo Carlos Celso.
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