13 de dez. de 2014




Era uma vez... o tempo das duplas dinâmicas.

Ou dos trios.

Mas os craques andavam em bandos.

Recitados como poesia.

O Santa Cruz dos anos 30 teve das primeiras dessas duplas na sua ala esquerda.

E como se jogava em alas naqueles tempos!

Os nomes se completavam.

O poder de fogo, também.

Na meia vinha o Sidinho.

Na ponta chegava o Siduca.

Sidinho e Siduca.

No Santa Cruz e na seleção pernambucana eram presença certa.

Certeza de boa, na rede e bom futebol.





2 comentários:

  1. Tive o privilégio de jogar contra Siduca, já veterano, aposentado, em partida disputada lá no Pina, entre o meu time - o Internacional - e o clube local. Fui o seu marcador: ele de ponta esquerda, eu de lateral direito. Ele só aguentou 20 minutos do meu entusiasmo... Foi substituído por seu filho. Que não tinha o mesmo talento. E o meu currículo de peladeiro, ficou enriquecido...

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  2. Acho que havia parentesco bem próximo entre Sidinho e Alcidésio. Acho também que Sidinho chamava-se Alcides, nome de batismo; o mesmo nome de Siduca. São dúvidas que talvez possam ser esclarecidas por Lenivaldo ou mesmo Carlos Celso.

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Comentários