28 de dez. de 2014





Moacir Franco foi brilhante ao cantar.

A belíssima balada composta por Alberto Luiz.

Alberto que compôs a música pensando em... Ipojucan.

Moacir que descobriu que a música caía como luva na história de Garrincha.

A beleza da música?

Homenageia os dois gênios dos campos e das noitadas.

Saúde!






2 comentários:

  1. No caso de Garrincha, só um reparo: "Hoje outros craques repetem a sua jogada". Não, nenhum craque repete aquela jogada do gênio das pernas tortas. Pelo menos, igualzinha a dele, com a mesma perfeição, com semelhante picardia: Nunca !

    ResponderExcluir
  2. Volto para dizer que, para mim, essa é a mais bela composição já feita sobre o tema. Sua significação e simbolismo extrapola o drama dos ex-craques da bola. Retrata a amargura existencial de todos que "foram um dia" e já não são mais...

    ResponderExcluir

Comentários