Moacir Franco foi brilhante ao cantar.
A belíssima balada composta por Alberto Luiz.
Alberto que compôs a música pensando em... Ipojucan.
Moacir que descobriu que a música caía como luva na história de Garrincha.
A beleza da música?
Homenageia os dois gênios dos campos e das noitadas.
Saúde!
No caso de Garrincha, só um reparo: "Hoje outros craques repetem a sua jogada". Não, nenhum craque repete aquela jogada do gênio das pernas tortas. Pelo menos, igualzinha a dele, com a mesma perfeição, com semelhante picardia: Nunca !
ResponderExcluirVolto para dizer que, para mim, essa é a mais bela composição já feita sobre o tema. Sua significação e simbolismo extrapola o drama dos ex-craques da bola. Retrata a amargura existencial de todos que "foram um dia" e já não são mais...
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