25 de jun. de 2014





O Uruguai era tricampeão mundial.

1924/28/30.

Timaço.

E pra quem fala que a Copa de 30 foi em Montevidéu.

Lembrem das Olimpíadas em Paris e Amsterdã.

Já o Brasil... era o fracasso de 30.

As brigas entre cariocas e paulistas.

O vira lata sentimento de infeioridade.

8 de dezembro de 1932.

Centenário lotado.

Vargas chega ao Poder.

Washington Luís é deportado pra sempre.

O Brasil chega a capital uruguaia com uma seleção... carioca.

Nenhum paulista.

Mas havia novidade.

Um jogador do Vasco da Gama chamado Domingos da Guia.

E um atacante do Bonsucesso chamado Leônidas da Silva.

Leônidas que tinha a companhia no ataque de outro craque do Bonsucesso:

Gradim.

Gradim que devia seu apelido ao genial uruguaio Gradim.

Atacante negro dos anos 10/20.

A Celeste não era mais a Celeste de 30.

Apenas Nasazzi, Mascheroni, Gestido e Pedro Cea permaneciam.

Mas era a mística Celeste e jogava em casa.

Celeste que trazia Maquiavel no gol...


O resto é história.

Leônidas marcou dois gols.

Cea fez o gol de honra dos uruguaios.

Uruguaios que foram pra casa assombrados com o Brasil.

Fãs de Domingos e Leônidas.

Pois fantasma a gente trata assim.

Convidando pra jogar em nossa casa.

E não alimentando Gigghias e Schiaffinos a cada primavera...



* Grato ao Mestre Harold Kelly pelo mote...


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