O Uruguai era tricampeão mundial.
1924/28/30.
Timaço.
E pra quem fala que a Copa de 30 foi em Montevidéu.
Lembrem das Olimpíadas em Paris e Amsterdã.
Já o Brasil... era o fracasso de 30.
As brigas entre cariocas e paulistas.
O vira lata sentimento de infeioridade.
8 de dezembro de 1932.
Centenário lotado.
Vargas chega ao Poder.
Washington Luís é deportado pra sempre.
O Brasil chega a capital uruguaia com uma seleção... carioca.
Nenhum paulista.
Mas havia novidade.
Um jogador do Vasco da Gama chamado Domingos da Guia.
E um atacante do Bonsucesso chamado Leônidas da Silva.
Leônidas que tinha a companhia no ataque de outro craque do Bonsucesso:
Gradim.
Gradim que devia seu apelido ao genial uruguaio Gradim.
Atacante negro dos anos 10/20.
A Celeste não era mais a Celeste de 30.
Apenas Nasazzi, Mascheroni, Gestido e Pedro Cea permaneciam.
Mas era a mística Celeste e jogava em casa.
Celeste que trazia Maquiavel no gol...
O resto é história.
Leônidas marcou dois gols.
Cea fez o gol de honra dos uruguaios.
Uruguaios que foram pra casa assombrados com o Brasil.
Fãs de Domingos e Leônidas.
Pois fantasma a gente trata assim.
Convidando pra jogar em nossa casa.
E não alimentando Gigghias e Schiaffinos a cada primavera...
* Grato ao Mestre Harold Kelly pelo mote...


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