Por ROBERTO VIEIRA
Não havia Zizinho.
Apenas Oscar.
Não havia os chutes de Jair.
Agora são tempos de Hulk.
Não havia Danilo, o Príncipe.
Mas Paulinho é majestoso.
Ademir é só memória.
Porém, Fred só não tem a queixada.
Barbosa se ajoelha no céu.
Bate pra fora, Sérgio Ramos!
E Júlio César escapa ileso do
Maracanã.
Bauer troca passes com Thiago.
Chico pede a camisa suada por
Neymar.
Vai dar de presente a Biguá.
O Maracanã também mudou.
Menor.
Mais tecno pop.
Felipão aprendeu as lições de Flávio
Costa.
Igual?
Apenas este olé infinito.
Esta Espanha que se imaginava Fúria.
E virou raivinha.
Birra de menino pequeno.
Agora?
É só não sair gritando campeão do
mundo antes da hora...

Desvalorizar a vitória brasileira dizendo que a Espanha jogou mal, se me afigura uma avaliação mesquinha. Se a Espanha não conseguiu desenvolver seu estilo de jogo habitual foi porque o Brasil, com uma aplicada marcação sob pressão, não permitiu. Mérito nosso bem maior do que deficiência deles. Pelo menos foi essa minha forma de ver a partida.
ResponderExcluirDe fato me surpreendi.A Espanha não jogou porque o Brasil não deixou.E longe de jogar feio (bem diferente de Uruguai e Itália) a Seleção jogou bem e bonito.Agora, deixemos assim...favoritos são os de sempre.Os queridinhos dos "cabeças".Argentina (por que?),Espanha.Alemanha... Tem de continuar jogando fora, com seleções de peso.Perder jogos e ir corrigindo os erros.
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