30 de jun. de 2013





Por ROBERTO VIEIRA


Não havia Zizinho.

Apenas Oscar.

Não havia os chutes de Jair.

Agora são tempos de Hulk.

Não havia Danilo, o Príncipe.

Mas Paulinho é majestoso.

Ademir é só memória.

Porém, Fred só não tem a queixada.

Barbosa se ajoelha no céu.

Bate pra fora, Sérgio Ramos!

E Júlio César escapa ileso do Maracanã.

Bauer troca passes com Thiago.

Chico pede a camisa suada por Neymar.

Vai dar de presente a Biguá.

O Maracanã também mudou.

Menor.

Mais tecno pop.

Felipão aprendeu as lições de Flávio Costa.

Igual?

Apenas este olé infinito.

Esta Espanha que se imaginava Fúria.

E virou raivinha.

Birra de menino pequeno.

Agora?


É só não sair gritando campeão do mundo antes da hora...


2 comentários:

  1. Desvalorizar a vitória brasileira dizendo que a Espanha jogou mal, se me afigura uma avaliação mesquinha. Se a Espanha não conseguiu desenvolver seu estilo de jogo habitual foi porque o Brasil, com uma aplicada marcação sob pressão, não permitiu. Mérito nosso bem maior do que deficiência deles. Pelo menos foi essa minha forma de ver a partida.

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  2. De fato me surpreendi.A Espanha não jogou porque o Brasil não deixou.E longe de jogar feio (bem diferente de Uruguai e Itália) a Seleção jogou bem e bonito.Agora, deixemos assim...favoritos são os de sempre.Os queridinhos dos "cabeças".Argentina (por que?),Espanha.Alemanha... Tem de continuar jogando fora, com seleções de peso.Perder jogos e ir corrigindo os erros.

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Comentários