Imagine o cenário.
Você deseja contatar um jogador.
O jogador quer vir para o clube.
Você pensa que é esperto.
Descobre que o clube atual do jogador deve salários.
E lança a idéia ao jogador.
Aproveita a brecha e bota o clube na justiça.
O problema é ético mas também é de raciocínio.
Qual profissional você deseja na sua equipe?
Qual sentimento você deposita no atleta a ser contratado?
Jogadores e profissionais de mercado que vivem de mutretagem.
São os piores elementos que se pode ter na formação de uma equipe.
Uma coisa é fazer valer seus direitos trabalhistas.
Outra coisa é cuspir no prato que se comeu.
O dirigente que propõe a falcatrua hoje.
É o mesmo que será passado pra trás no futuro.
Um clube deve se pautar por jogadores que respeitem os dirigentes.
Como pessoas corretas.
Apenas com a ética e o comportamento administrativo adequado.
Podemos exigir o mesmo de quem trabalha para nós.
Até Hobsbawn concordaria.
Acabou a era das espertezas.
A esperteza no mundo corporativo atual.
Tem as pernas mais curtas que Lela...

e mais mió é que os atreta já tem o mote: adesculpa galera e a deretoria porque eu fui inludido pelo empresáro etc,etc. E sempre cola!
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