Por ROBERTO VIEIRA
O prefeito de São Paulo.
Era pernambucano com sobrenome
Silva.
Pouco afeito a futebol.
Mas com título de Barão de Duprat.
Urbano Caldeira já estava lá.
Marcado pelo Policce.
Urbano que era zagueiro e nesse dia
foi center forward.
22 de junho de 1913 seria apenas domingo.
Não fosse dia do primeiro Santos x
Corinthians.
Os praianos estavam cansados.
Obrigados a viajar para a capital em
cada jogo.
O Santos havia levado uma cipoada
do Germânia.
Culpa do arqueiro francês,
proclamou o Urbano.
Botaram pra fora o Fauvel – esse era
o nome do tal arqueiro francês.
E entrou o Durval.
Durval que continuou levando gol.
Mas segurou o ataque corintiano
naquele domingo.
Bem.
Segurou é modo de dizer.
O trio final do Corinthians deixou
sua marca.
Nunes, Fabbi e Peres não eram Pato.
Mas se não havia Neymar, Pelé e
Coutinho.
Lá estava o Millon.
O Santos voltou pra casa comemorando
a goleada de 6 x 3.
O título paulista era ficção.
Mas naquele domingo tudo foi festa.
O Partido Municipal abraçou o
Cesário Bastos e todos foram felizes.
Até o próximo Clássico Alvinegro...
No Blog do Torcedor há a informação que Armando Ribeiro entregou o cargo de Diretor de Futebol do Náutico. Que com ele leve as bisonhas contrataçoes que fez!
ResponderExcluir