Por
ROBERTO VIEIRA
Pernambuco
possui um estadual quase centenário.
Desde
1915 aconteceu muita invenção.
Módulo
azul e branco em 1932 e 33.
Abandono
de finalista nas finais de 1946.
Prorrogações
intermináveis em 1977.
Extra
de super campeonato em 1983.
Repescagem
para o campeão de 1985.
Perder
para não ser eliminado em 1986.
Torneio
sem clássicos no lunático 2008.
Mas
em 2012... Pernambuco se superou.
A
criatividade beirou os primórdios de Alceu.
Semifinais.
Tudo
empatado?
Gols,
saldo de gols, escambau.
Vai
pra final quem tiver menos cartões vermelhos.
Oxente?
Empatou
de novo!
Vai
pra final quem tiver menos cartões amarelos.
Detalhe
genial.
Estamos
falando de cartões nas semifinais.
Juízes
em pânico.
Os
homens de preto podem decidir o certame.
Arregalou
os olhos?
Caiu
da cadeira de tanto rir?
Tem
mais, cara!
Se
mesmo assim der empate?
Joga-se
no ar a moedinha.
Como
na Taça Brasil de 1967.
Nada
de bola na rede.
O
negócio é treinar cara ou coroa...


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