Por EDGAR MATTOS, MDM
10 de mar. de 2013
Por EDGAR MATTOS, MDM
9 de mar. de 2013
Marketing negativo é isso aí.
Os motivos para tal revelação?
Sabe-se lá...
Vaidade?
Bobeira?
Certeza da impunidade?
Tudo isso junto.
Se a intenção era desviar a atenção da crise?
Se a intenção era chamar a atenção?
Aí estão as cartas na mesa.
Até quarta-feira chegar.
E todo mundo esquecer o caso...
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| Folha de S. Paulo |
8 de mar. de 2013
Fiquei pasmo.
Não.
Não porque existiu o pagamento de comissão no Caso Leomar.
Leomar que chegou a seleção sob desconfiança nacional.
Leomar convocado por Leão pra seleção.
Não.
Não sou tão inocente assim.
Eu fiquei pasmo foi com a confissão ao vivo de Luciano Bivar.
Um caso de sinceridade absoluta e Cândida.
No universo silencioso dos porões do futebol...
14 de fev. de 2013
31 de jan. de 2013
Há 40 anos.
Discutia-se o cabelo no futebol.
Antes de Passarella.
Depois do musical.
O Santos mandou todo mundo aparar a juba.
Senão ficava em casa.
Não viajava pra Europa.
Nos jornais, as opiniões se dividiam.
Telê falava em democracia.
Rivelino falava que deixaria o seu mais comprido ainda.
Forlan afirmava socraticamente:
'Futebol se joga com os pés...'
Leão se defendia dizendo que era jovem.
Ninguém percebia.
Mas o cabelo militar da Copa de 70.
Cedia lugar ao encaracolado Marinho Chagas em 1974.
Era o protesto permitido.
Em uma sociedade fechada hermeticamente aos neurônios.
Afonsinho de longe, ria.
I've got my hair...
25 de ago. de 2012
14 de jun. de 2012
4 de jun. de 2012
Foto do arquivo pessoal de Parreira.
Exibida no Sport TV.
Leão no banco de trás.
Ternos pendurados na janela do avião...
11 de nov. de 2008

Por ROBERTO VIEIRA
Muitas vezes os céus parecem enigmáticos.
À primeira vista o lugar de Marcos seria no Palmeiras de 1973.
Com Luís Pereira e Alfredo na zaga.
Dudu e Ademir no meio de campo.
Leivinha marcando gols lá na frente.
Marcos ia dormir os 90 minutos da partida.
Sob as bençãos do sábio Osvaldo Brandão.
Um mundo perfeito.
Mas é preciso compreender melhor o livro do destino.
O contrário seria uma catástrofe.
Imaginem Leão jogando no Palmeiras do século XXI.
Sob as críticas do técnico Wanderley Luxemburgo.
Imaginaram?
Pois é...
16 de out. de 2008
Copa de 70.
Treinamento para a altitude?!
Métodos científicos?!
Leão puxa Jairzinho que puxa Ado...
Todo mundo feliz da vida.
Gérson observa de fora.
Desconfiado desse trenzinho mexicano.
13 de set. de 2008

Por ROBERTO VIEIRA
Futebol, futebol mesmo se jogou até os anos 80, início dos anos 90. E olhe lá!
Com muito boa vontade e espaço para Zico, Sócrates, Careca e Raí.
Depois foram apenas espasmos. Alguns jogos dignos de nota e marasmo.
Se o futebol dependesse do que veio depois para ser o esporte mais popular do país estava perdido e mal pago.
Porque nem mesmo do povo o futebol é mais.
A seleção nos foi roubada, vilipendiada, exportada.
Onde uma folha seca de Didi?
Onde um drible chapliniano de Mané?
Onde uma arrancada de Queixada?
Onde uma defesa acrobática de Pompéia?
O futebol brasileiro morreu e foi enterrado nas alfândegas.
Alguns resquícios batem bola na Europa e nos países árabes. E só.
Amor a camisa? Burrice!
Toque de bola? Pegada firme!
Soco no ar? Brigas nas arquibancadas!
O Palmeiras nos enchia os olhos com Leão, Luisão, Dudu, Ademir, Leivinha.
O Cruzeiro formava com Dirceu Lopes e Tostão.
Até o Olaria tinha o Roberto Pinto e Afonsinho. A Ponte Preta, Dicá e Manfrini.
O Bangu, Mestre Zizinho. O Guarani, Zé Carlos e Renato.
Bita, Nado, Edu, Djalma Dias, Zózimo, Orlando, Djalma Santos, Nilton Santos, Bauer...
Isso sem falar nos anos 30 e 40. Em Leônidas e Tim. Romeu e Domingos.
Hoje, futebol, futebol mesmo, só no Museu do Futebol.
Porque futebol, futebol mesmo, só o futebol de museu...










