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8 de nov. de 2012




Por essa eu não esperava.

Mestre José Renato Santiago.

Recebeu uma mensagem que me repassou.

Mensagem do Mestre João Alberto Machado.

Nas fichas do Projeto Memória Social dos Esportes.

Encontra-se uma ficha de contrato de Ademir com o Vasco da Gama.

E nela, salvo engano.

Está a data de nascimento do Queixada: 8 de novembro de 1921.

Ou seja.

Nesta ficha, Ademir estaria completando hoje 91 anos.

E não os 90 oficiais...







Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM      



O maior artilheiro brasileiro em uma Copa do Mundo.
Este grande feito pertence a um magistral jogador pernambucano.
Seu nome?
Ademir Marques de Menezes.
Nascido em 8 de novembro de 1922, passou para a história pelo apelido de Queixada.
Motivo?
Basta ver sua foto.
Iniciou sua carreira no Sport Recife em 1938.
Em 1941, foi campeão invicto e artilheiro do campeonato pernambucano.
Ao final da temporada, fez parte da delegação Rubro Negra que fez uma excursão ao Sudeste.
Em um amistoso contra o Vasco da Gama, deslumbrou os dirigentes cariocas.
Logo foi contratado.
Estreou em 1942, em partida contra o América, justamente no dia em que o encontro entre os encarnados e os cruzmaltinos passou a se chamar o Clássico da Paz.
Fez parte da maior equipe vascaína de todos os tempos, o Expresso da Vitória.
Campeão pelo Vasco em 1945,foi praticamente intimado pelo técnico do rival Fluminense, Gentil Cardoso, a atuar pelo Tricolor.
Em 1946, Gentil afirmou: “Dêem-me Ademir e eu lhes darei o campeonato”.
Dito e feito.
Ademir foi para o Fluminense e marcou o gol do título frente o Botafogo.
De volta ao Vasco, conquistou o Campeonato Sul-Americano de Campeões em 1948, torneio que reuniu os maiores campeões da América do Sul, um embrião da Taça Libertadores da América.
Estreou na seleção em 1945.
Em 1949, já titularíssimo da Seleção Brasileira, foi campeão sul-americano.
No ano seguinte, foi artilheiro maior da Copa do Mundo de 1950, com 9 gols, e vice-campeão.
Infelizmente, o título não veio o que certamente teria dado a Ademir um reconhecimento muito maior por parte da história do futebol.
Ainda seria campeão pelo Vasco da Gama nos anos de 1950 e 1952.
Em 1957 voltou para Recife para encerrar a carreira por sua equipe do coração, o Sport.
Ao parar com futebol, deu exemplo, ao citar a frase: “Abandonei o futebol antes que ele me abandonasse”.
Queixada foi convocado para seleção lá de cima em 11 de maio de 1996.

um abraço,
José Renato Santiago


18 de set. de 2012





Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM




Nascido em 30 de agosto de 1930 em Poços de Caldas, Mauro Ramos de Oliveira logo se destacou no futebol daquela região de onde foi contratado para atuar no São Paulo.

Já em seu primeiro ano no tricolor, em 1948, com apenas 18 anos, assumiu a condição de titular em uma equipe comandada, pelo magistral Leônidas da Silva, que levou o título paulista daquele ano.

Mauro conquistaria mais três títulos com o São Paulo, em 1949, 1953 e 1957.

Preterido por Feola em favor de Bellini, Mauro foi reserva no primeiro título mundial conquistado pela seleção brasileira em 1958.

Naquele mesmo ano, o São Paulo não conseguiu segurar Mauro que partiu para o Santos, onde conquistou tudo o que era possível por uma equipe de futebol

Foram 5 Campeonatos Paulista em 1960, 1961, 1962, 1964 e 1965 , 5 Taças Brasil em 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965, 2 Taças Libertadores em 1962 e 1963 e 2 Mundiais Interclubes em 1962 e 1963.

Convocado para a Copa do Mundo de 1962, Mauro estava em melhores condições que Bellini, e seria o titular.

No entanto, as vésperas da competição, a comissão técnica sinalizou para ele, que devido a pressões para se manter a mesma equipe campeã de 1958, Bellini novamente seria o capitão.

Ao que tudo indica a comissão técnica contava com o bom relacionamento de Mauro com Bellini, para que a harmonia fosse mantida.

Ledo engano.

Mauro respondeu de bate pronto “então vou embora”.

E continuou, “esperei 4 anos pela minha chance, me dediquei como poucos e agora vou se deixado de lado?”.

Uma comissão técnica surpresa e com medo da polêmica que iria causar o abandono de Mauro resolveu voltar atrás e manter o critério técnico.

Mauro não só foi titular, como capitão daquela equipe.

O resultado?

Todos sabemos, Brasil bicampeão mundial.

Segundo amigos próximos, mesmo no leito de morte, sempre fazia questão de destacar sua amizade a Bellini.

Mauro faleceu em 18 de setembro de 2002.

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1 de set. de 2012





Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM


Mais um caso de amadorismo explicito que assola a direção de um grande clube brasileiro.

Como se não tivesse aprendido coisa alguma nos casos recentes que envolveram Oscar x São Paulo e Ronaldinho x Flamengo, agora o Santos, através de sua direção, patina na gestão de um de seus melhores jogadores.

A postura e despreparo da direção santista na condução desta situação que envolve o jogador Paulo Henrique Ganso são estarrecedoras.

Inicialmente, cabe lembrar algumas coisas.

Ganso e Neymar passaram a se destacar na equipe santista em 2009 e foram os grandes responsáveis pelo inicio desta mais recente fase áurea do alvinegro praiano.

Creio que muitos lembram que em alguns momentos, Ganso chegou a ser considerado mais promissor que Neymar.

Tudo ia muito bem, até que em 2010, em uma partida frente o Grêmio, Ganso sofreu ruptura do ligamento cruzado posterior de seu joelho esquerdo, o que provocou seu afastamento dos campos.

Junto com este período longe da bola, seu amigo Neymar passou a fazer a diferença, o que notadamente causou frustração em Ganso. Fato que aconteceria com qualquer pessoa.

Embora tenha voltado aos campos, Ganso jamais foi o mesmo e viu em Neymar tudo aquilo que ele poderia ter conquistado.

Acredito que a questão não chega a ser inveja, pois, ao que parece, certamente eles são amigos, agora compadres, mas é natural, ainda mais para um garoto como ele, que esta situação afete sua cabeça.

Quantos de nós não passamos por momentos semelhantes em nossa vida profissional?

Pois bem, o que a diretoria do Santos fez para tentar contornar isso?

Negociar algo com Ganso, sabidamente seria insuficiente.


Diante do acontecido, não era difícil imaginar que qualquer coisa diferente do que foi oferecido para Neymar, seria recebido com frustração por Ganso.

“Ah, mas o Santos não tem culpa se Ganso se machucou!!!”

Certamente que não, mas também é verdade que por pensar desta forma, a relação com o jogador só azedou desde então.

Imagino que Ganso queira condições pelas quais, muito possivelmente, seria merecedor se não tivesse ficado tanto tempo fora dos gramados.

O que concordo, caso seja verdade, ser um equívoco por parte do jogador.

O problema, notadamente, está na cabeça do jogador.

A solução seria desenvolver um plano com acompanhamento psicológico para o jovem jogador.

Creio que algumas pessoas sabem que a história de vida de Ganso é repleta de situações muito especificas.

Ainda assim, sua família, que, ao que parece, é muito equilibrada, certamente, é seu grande alicerce.

Mas muitas vezes, isto é insuficiente.

Neste caso, foi insuficiente, uma vez que também nota-se certo estranhamento também nas relações que envolvem aqueles que têm o direito do passe do jogador alvinegro.

Ao não tomar iniciativas voltadas a recuperar Ganso, a direção santista passou a sabotar o patrimônio do clube.

Os constantes atritos e confrontos de ambas as partes apenas potencializam a cizânia.

Certamente o Santos é milhões de vezes maior que Ganso, e justamente por isso, sua direção não deveria insistir na postura do confronto contra este valoroso ativo.

A cada nova entrevista de Ganso, certamente virá um pronunciamento contrário por parte da diretoria santista.

Até quando?

No meio da semana, a torcida, certamente incentivada pela postura amadora da diretoria santista, partiu para o confronto contra o jogador.

Talvez a situação tenha ficado insustentável.

Mas certamente, a direção do Santos precisa mostrar altivez e tratar o assunto de forma profissional, parar de picuinha e escolher efetivamente qual rumo tomar:

a) Fazer um planejamento para recuperar psicologicamente o jogador, pois jogar ele sabe; ou
b) Se livrar o mais rapidamente dele, pois a cada momento que passa o valor deste ativo está se perdendo e daqui a pouco a perda será irreparável.

Qualquer coisa diferente que isso é a comprovação definitiva do amadorismo de sua direção.



Um grande abraço


José Renato

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27 de ago. de 2012




Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM



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Em 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) tinha derrubado a exigência do diploma para jornalistas.

Algumas semanas atrás o Senado derrubou esta decisão e aprovou a proposta de exigência de diploma para o exercício do jornalismo.

Agora o tema segue para apreciação da Câmara.

Do ponto de vista prático, algo mudou?

Bem, certamente que não.

Para grande parte dos profissionais que já desempenhava o papel de jornalista, nada mudou, sequer mudará.

Quem possuía o diploma de jornalista, não sofreu qualquer impacto com a decisão tomada em 2009.

Ao longo destes anos, sempre que necessário, ou adequado, as empresas contratantes exigiam o diploma para os profissionais que buscavam a vaga de jornalistas.

Mesmo que legalmente, isto não fosse uma exigência.

A empresa oficialmente não alegava tal necessidade, mas o argumento era levado em conta.

O uso do termo necessário ou adequado se deve ao fato que, para os grandes nomes dos vários segmentos existentes jamais foram exigidos tais documentos comprovatórios.

Por que?

Simplesmente porque a questão levada em conta realmente é a audiência e o número de leitores que serão atraídos pelo autor, ou por seu texto, independentemente da presença de diploma ou não.

Na área esportiva, por exemplo, alguns dos melhores colunistas não possuem diploma de jornalistas.

Apenas para citar um exemplo, Dr. Eduardo, o Tostão, que além de médico e ex jogador, é um dos que melhor escreve sobre futebol.

Quem será louco de abrir mão dele? Ainda por cima, por causa de um diploma?

Certamente ninguém.

No entanto, há outros, que embora excelentes também, jamais terão qualquer oportunidade profissional na área.

Por que?

Bem, porque a questão também está associada com a preocupação pelo potencial aumento de concorrência.

A verdade é que poucos são os profissionais que têm competência o suficiente, para encarar a concorrência como uma oportunidade de crescimento e evolução profissional.

No jornalismo esportivo, é possível contar nos dedos aqueles que dão espaço a outras pessoas, independentemente, destas questões menores.

Apenas para dar um exemplo, graças a um deles, que hoje o Brasil conhece um dos mais talentosos escritores sobre o futebol, o pernambucano Roberto Vieira, médico como Tostão, e que também é uma craque das letras.

Outro exemplo...

Recentemente estive presente em um encontro literário onde a mesa foi formada por jornalistas e autores de livro sobre futebol.

Quando um deles, não jornalista, perguntou sobre o fato de existirem no Brasil alguns casos de violência envolvendo torcidas organizadas e jornalistas, um famoso jornalista imediatamente interrompeu, com explicita indignação, e afirmou que jamais tinha ouvido falar sobre qualquer caso envolvendo tal situação.

Após minutos de silêncio, devido a grande surpresa de tal afirmação, o público presente passou a destacar não apenas um, mas dois, três, quatro, cinco... enfim inúmeros casos de violência envolvendo jornalistas esportivos e torcidas organizadas, todos no Brasil. Um deles, aliás, um policial que testemunhou certa torcida agredir a pontapés um jornalista.

O que aconteceu?

O que motivou este competente jornalista a fazer isso?

Apenas um exemplo de mal jornalismo?

Entendo que um pouco de tudo.

Mas algo ficou notório.

Houve a nítida tentativa de desqualificar uma informação que, embora verdadeira, foi tratada com chacota por não ter partido de outro jornalista.

Um mais claro exemplo de preconceito e a real razão para que o corporativismo continue a ser a grande questão que justifique a exigência do diploma para que esta atividade profissional seja desenvolvida.

Por fim, cabe ressaltar que isto certamente não acontece apenas no segmento do jornalismo esportivo.

Devemos combater isso...

Mas há uma outra alternativa, aceitar isso, mas o que fará com que moralmente passemos a aceitar que outras classes façam o mesmo.

Já pensou termos que aceitar que os políticos, por exemplo, continuem fazendo isso?

Nada de um pesos e duas medidas, não é mesmo?



20 de ago. de 2012




Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM



Segue a edição 83 do Boletim da Memória do Futebol.

Espero que gostem das curiosidades e efemérides que são destacadas nesta edição.

Também gostaria de compartilhar algo...

Entre os dias 1e 5 de setembro, acontecerá o 21º Congresso Internacional de Imprensa Esportiva AIPS (Association Internationale De La Presse Sportive)/AMÉRICA, no Amazon Jungle Hotel, em Manaus.

Esta edição do congresso abordará em sua programação aspectos e discussões relacionadas com a realização da Copa do Mundo de 2014.

Através deste projeto que desenvolvo, dos quais fazem parte o site www.memoriafutebol.com.br e este Boletim de Memória do Futebol, tive a felicidade de ser convidado a participar deste evento.

Cada oportunidade conquistada é motivo de muita alegria, mas principalmente de agradecimento pelo fato de pessoas como você, Roberto e muitos outros amigos e colegas que me honram ao acompanhar algumas iniciativas que desenvolvo, o que confesso, tem sido algo muito desafiador a cada dia.

Um grande abraço

José Renato
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8 de ago. de 2012




Mestre Xico Malta?

Fera!

Opinião do Mestre José Renato?

A gente confere!!






Roberto,


São poucas, realmente muito poucas, as iniciativas relacionadas com futebol que valem a pena compartilhar.


Pois esta vale... e muito!!!


Agora os fãs de futebol têm um site totalmente voltado para mostrar as festas, curiosidades e histórias sobre as torcidas de futebol de todas as partes do mundo- http://worldfootballfans.tv/


O autor é um craque que, de tão caprichoso, se dependesse dele apenas colocaria no ar, quando........ bem coisas de Xico Malta, um amigo recente mas que certamente uma das pessoas mais gentis e doces que alguém pode ter o prazer de conhecer.


Espero que seja do seu agrado,


Um grande abraço,


José Renato Santiago




18 de jul. de 2012



Por JOSÉ RENATO SANTIAGO



O futebol é marcado por muitos jogadores que fizeram história.

Raros são aqueles que são a própria história.

Talvez esta seja a forma mais razoável para tentar definir quem foi Cláudio Cristovam de Pinho.

Hoje no aniversário de 90 anos de seu nascimento podemos lembrar várias de suas conquistas.

O santista Cláudio estreou no futebol na equipe alvinegra da baixada de onde saiu para ir jogar no Palestra Itália.

Com a mudança de nome da equipe que passou de Palestra Itália para Palmeiras, coube a ele entrar na história da equipe alviverde ao marcar o primeiro gol sob o novo nome em 1942, com 20 anos.

Voltou ao Santos e ao se destacar no Peixe, foi contratado pelo Corinthians.

No alvinegro paulistano, Cláudio não foi simplesmente um jogador.

Foi o “gerente” da equipe, grande líder responsável direto por conquistas dentro e fora do campo.

Nos gramados foram três títulos paulistas em 1951, 1952 e 1954 e três torneios Rio-São Paulo em 1950, 1953 e 1954.

Como se não fosse suficiente, marcou 305 gols e é até hoje o maior artilheiro da história do Corinthians.

Ao final de sua carreira ainda jogou no São Paulo, se tornando o primeiro jogador a atuar nas quatro grandes equipes do futebol paulista.

Fora dos gramados, no entanto, Cláudio conquistou muitas outras coisas.

A admiração de milhões de amantes e torcedores de seu futebol era capaz de incríveis feitos.

Alguns dias atrás, ouvi de um deles, Juca Kfouri, que seu pai o convenceu a passar a comer agrião, porque, segundo ele, Cláudio só entrava em campo com um “punhado” de agrião guardado no calção.

Passaram se alguns anos até que o menino Juca descobriu que não tinha como se guardar agrião no calção. Mas, de qualquer forma, o agrião já tinha passado a fazer parte do cardápio.

Depois de muitos anos o, agora adulto, Juca ao encontrá-lo não se furtou a contar este história ao “Gerente” que, no alto de todos os seus feitos, humildemente comentou: “Pelo menos para isso eu servi”.

Cláudio faleceu em 1° de janeiro de 2000.


15 de jul. de 2012







Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM




Desde 2005, no começo da temporada e ao final das competições iniciadas no primeiro semestre do ano, tenho feito levantamentos dos períodos sem conquistas, as chamadas filas, das 12 maiores equipes do futebol brasileiro.

As comparações entre os períodos compreendendo o começo da temporada de 2009 e o final das competições iniciadas em 2012 sinalizam grandes diferenças.

Ao considerarmos os tabus até o mês de fevereiro de 2009, as equipes com menor tabu eram São Paulo, com 54 dias sem conquistas, e o Internacional com 58 dias, graças as conquistas dos títulos do Brasileiro e da Copa Sul Americana de 2008.

Já no outro extremo da tabela, apareciam Corinthians e Vasco da Gama, devido as conquistas dos Estaduais de 2003, com 2.109 e 2.108 dias, respectivamente.

Lembrando que a conquista da segunda divisão do Brasileiro de 2008 não foi considerada como título relevante devido a sua pouca importância para estas grandes equipes.

Lista de Tabus até 1° de fevereiro de 2009


Ao fechar o atual levantamento, considerando como limite o mês de agosto deste ano, nota-se uma inversão significativa.

Neste período de quase 4 anos apenas, o São Paulo passou de equipe com menor fila, para a de maior, entre os grandes times brasileiros, com 1.314 dias.

Por outro lado, justamente o Corinthians, que possuía a maior fila, passou para o topo da tabela, com 27 dias, atrás apenas do Palmeiras, que por conquistar a Copa do Brasil uma semana depois da conquista alvinegra da Libertadores, tem o atual menor período sem comemoração de uma conquista.

Lista de Tabus até 1° de agosto de 2012

De qualquer maneira as atuais filas de todas as equipes estão bem longe do maior período de filas na história de cada uma delas.

Aliás, neste aspecto, o Corinthians possui, historicamente, a maior fila, com 8.160 dias, quase um ano e meio a mais de sofrimento que o segundo colocado, o Botafogo que ficou 7.572 sem comemorar um título.

Na parte de baixo da tabela aparece o Internacional, com 2.891, o equivalente a 8 anos de fila, o menor entre os grandes.

Lista dos maiores tabus das equipes brasileiras


10 de jul. de 2012






Show de bola no lançamento em São Paulo.

Com o timaço da foto.

Juca Kfouri.

Celso Unzelte.

José Renato Santiago.

Valdir Appel.

E Paulo César Andrade, o Paulinho do Blog do Paulinho.

Craques, mestres e amigos imensos.

9 de jul. de 2012









Surpresa no aeroporto em Sampa.

José Renato Santiago e Valdir Appel me esperando.

Cheguei.

Subimos até a Serra da Cantareira.

Para conhecer a Biblioteca esportiva mais famosa do Brasil.

Muito futebol e muito bate papo regado a uma boa amizade...



    


Viajo agora pra São Paulo.

Pra entender um pouco dos 80 anos da Revolução Constitucionalista.

Amanhã?

Amanhã estarão presentes no lançamento do novo livro.

Os Mestres Juca Kfouri, Celso Unzelte e José Renato Santiago.

Amanhã?

Amanhã serão noventa minutos de uma Libertadores.

Para o velho menino que colecionava Revista Placar.

Para o velho menino que descobriu com Monteiro Lobato.

Que o mundo é um grande Sítio do Picapau Amarelo.

Onde a palavra?

É o pó de pirlimpimpim...





5 de jul. de 2012



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Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM




Dia 5 de julho de 1982.

Não tinha aula aquele dia, pois era jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo.

O melhor time do mundo entraria em campo apenas para confirmar a sua classificação.

Depois de 4 vitórias, bastava um empate frente a Itália para passarmos as Semifinais.

Certamente não empataríamos, venceríamos...

Logo no começo da partida, a Itália abriu o placar.

Não era problema, pois contra a União Soviética e Escócia, também tínhamos saído atrás no placar.

Logo em seguida Sócrates empatou e abriu o caminho para mais uma vitória.

Venceríamos novamente...era uma questão de tempo.

Mas, veio a Itália e voltou a ficar a frente no placar.

O primeiro tempo acabou 2 a 1 a favor deles.

Certamente, voltaríamos no segundo tempo e passaríamos por cima deles.

O jogo era duro, mas era uma questão de tempo.

Falcão empatou e reabriu o caminho para a vitória.

Sim, pois o nosso time não empatava, só ganhava.

Pouco depois, a Itália voltou ao ataque e teve um escanteio a seu favor.

O mundo parou ali, e novamente os italianos voltaram a frente no placar.

Desta vez, não haveria mais gol algum.

Se bem que os italianos chegaram a fazer o quarto gol, anulado, de forma duvidosa, pelo árbitro.

Mas o sofrimento não acabou ali, uma vez que no último minuto Oscar marcou o gol de empate.

Não, foi apenas um sonho...

O fim de um sonho.

A última vez que chorei por causa de futebol.

Incrível como um assunto, menos importante como o futebol, pode provocar sentimentos tão intensos e eternos.

Digo isso, pois, se na vida pessoal, um grande primeiro amor, embora jamais esquecido, possa ser substituído, quando falamos de futebol, nosso primeiro grande amor não pode ser esquecido tão pouco substituído.

2 de jul. de 2012





Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM


Meu querido sobrinho, Felipe.

Sua mãe, minha irmã, é testemunha sobre o quanto a sua chegada foi desejada.

Em 1995, quando ela engravidou pela primeira vez, ganhei de presente ser padrinho de sua irmã, Mariana.

Uma grande alegria e orgulho para mim.

Em 1999, quando sua mãe nos avisou que o meu primeiro sobrinho viria ao mundo, vibrei!!!

Mesmo assumindo, apenas, o papel de tio, me satisfez muito saber que passaria a ter um novo amigo para ir comigo aos jogos do meu tricolor.

Olha que tentei.

Seu primeiro jogo no estádio foi um São Paulo x Juventus no Morumbi.

Escolha estratégica, adversário supostamente tranquilo, tudo convidativo para fazer alguém se tornar são paulino.

Bem, só não avisaram isso ao Juventus que venceu por 1 a 0 naquele dia.

Não foi problema, você era tão pequeno que nem notou a derrota do São Paulo.

Ainda assim, fui tentando de trazer para o meu lado rs rs.

Em uma partida do São Paulo x Rio Claro, conseguiu que você, juntamente com seu irmão, Marcos, entrassem junto com a equipe tricolor, ao lado de Ceni.

Desta vez, vitória tricolor, para mim, o jogo estava ganho.

Ledo engano...

Em 2007, o Corinthians estava muito mal no campeonato brasileiro e acabou rebaixado.

Novamente, achei que estava resolvida esta questão, ainda mais porque o São Paulo tinha sido campeão.

Mas naquele dia, o do rebaixamento, a primeira coisa que você fez foi: vestir a camisa do Corinthians e ficou com ela a semana inteira.

Realmente, o jogo estava ganho, você seria corintiano.

Aliás, foi com você que aprendi a respeitar efetivamente os torcedores rivais.

Não que eu fosse desses torcedores que saem ofendendo os rivais, mas achava, até então, impossível ter um corintiano na minha família (lembrando que cunhado, seu pai, não é parente rs).

Minha torcida contrária ao Corinthians continuou, mas certamente sem a mesma força de antes, graças a você.

Não conseguia realmente torcer de forma contrária da mesma maneira.

Esta Libertadores, torci a favor do Vasco, a favor do Santos e até mesmo a favor do Boca...

Mas, capitulei...

Acompanhei a sua aflição...

Acompanhei a sua alegria...

E mais, é difícil deixar de admitir que a atual equipe corintiana é realmente merecedora da conquista da Libertadores deste ano.

Sendo assim, não irei torcer a favor do seu time, mas sim que você fique feliz com o resultado.

Pois independente do resultado, para você, o Corinthians é sempre Corinthians e isto é o suficiente!

Um grande abraço de seu tio tricolor desde sempre.

29 de jun. de 2012










Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM  


"Esquecer, certamente, ninguém esquece, mas..."

Ao ler post publicado em 26 de junho no Blog do Juca Kfouri, tomei ciência sobre o possível motivo pelo qual a presidenta Dilma Rousseff faz questão de não receber o atual presidente da CBF, José Maria Marin.

Em 1975, na Assembléia Legislativa de São Paulo, Marin costumava fazer deslavados elogios ao torturador Sérgio Paranhos Fleury e seus “colegas”, bem como destacava o fato de haver comunistas trabalhando na TV Cultura. Um dos responsáveis pelo jornalismo da TV Cultura era Vladimir Herzog que foi assassinado 16 dias depois de um desses discursos feitos pelo então deputado Marin.

Pois bem, ao que parece, Dilma não esquece.

Em 27 de junho de 2012, ontem, a rainha Elizabeth 2ª protagonizou um momento histórico e inimaginável décadas atrás na Grã-Bretanha ao apertar a mão de Martin McGuinness, ex-líder do grupo guerrilheiro IRA, hoje vice-primeiro-ministro da Irlanda do Norte.

McGuinness era o número dois na linha de comando do IRA (Exército Revolucionário Irlandês) no dia conhecido como "Bloody Sunday" ("Domingo Sangrento"), nos anos 1970, quando tropas do Exército Britânico atiraram contra manifestantes e ativistas da Irlanda do Norte, resultando em 14 mortes.

Além disso, McGuinness foi responsável por um atentado que matou um primo da monarca.

O cumprimentou representou uma nova fase da reconciliação entre a Inglaterra e a Irlanda do Norte, anos após uma fase de violentos embates entre católicos e protestantes que durou 30 anos e deixou mais de 3 mil mortos.

Para o analista da BBC Mark Simpson o encontro da rainha com o ex-guerrilheiro tem importância histórica muito relevante.

Pois bem, certamente, a rainha Elizabeth 2ª também não esquece.

23 de jun. de 2012



Bom Dia,


Ontem um jornal de grande circulação nacional afirmou que a maior série invicta de uma equipe na Taça Libertadores teria sido do Newell’s Old Boys, que permaneceu 14 partidas sem perder. E mais, também afirmou que caso o Corinthians permanecesse invicto até o final da competição, igualaria este marco de ter também a maior sequência invicta de uma equipe em Libertadores.

Infelizmente, esta informação está equivocada, segue a lista de invencibilidades em vigência na Taça Libertadores.


Sporting Cristal: 17 partidas

20/02/1962 - Primeira Fase - Sporting Cristal 2x1 Racing
06/03/1969 - Primeira Fase - Juan Aurich 2x2 Sporting Cristal

América de Cali:15 partidas

19/03/1980 - Primeira Fase - Independiente Santa Fé 1x1 América de Cali
24/06/1983 - Semifinal - América de Cali 1x0 Grêmio

América do México: 14 partidas

25/10/2001 - Fase Preliminar - Caracas 1x1 América do México
16/05/2002 - Quartas de Finais - América do México 2x1 Morelia

Cruzeiro: 14 partidas

02/05/1998 - Oitavas de Finais - Cruzeiro 0x0 Vasco da Gama
17/02/2004 - Primeira Fase - Cruzeiro 1x1 Santos Laguna

Newell's Old Boys: 14 partidas

03/03/1992 – Primeira Fase - Newell's Old Boys 3x0 Coquimbo
10/06/1992 - Final - Newell's Old Boys 1x0 São Paulo

River Plate: 14 partidas

13/04/1977 - Primeira Fase - River Plate 2x1 Peñarol
28/09/1978 - Semifinal - River Plate 1x0 Atlético Mineiro

Boca Juniors: 13 partidas

04/03/1971 - Primeira Fase - Universitario 0x0 Boca Juniors
06/09/1977 - Final - Boca Juniors 1x0 Cruzeiro

Colo Colo: 13 partidas

12/05/1990 – Primeira Fase - Colo Colo 2x0 Sporting Cristal
03/05/1991 – Quartas de Finais - Colo Colo 4x0 Nacional

Flamengo: 13 partidas

29/06/1984 - Semifinal - Universidad Los Andes 0x3 Flamengo
01/05/1991 - Quartas de Finais - Flamengo 2x1 Boca Juniors

Once Caldas: 13 partidas

17/03/2004 - Primeira Fase - Once Caldas 2x0 Vélez Sarsfield
02/03/2005 - Primeira Fase - Chivas Guadalajara 0x0 Once Caldas

Vasco da Gama: 13 partidas

20/03/1998 - Primeira Fase - América do México 1x1 Vasco da Gama
14/04/1999 - Oitavas de Finais - Palmeiras 1x1 Vasco da Gama

Blooming: 12 partidas

28/03/1984 - Primeira Fase - Blooming 3x0 O'Higgins
26/09/1985 - Semifinal - Blooming 1x1 Independiente

Independiente: 12 partidas

30/03/1984 - Primeira Fase - Independiente 2x0 Sportivo Luqueño
04/10/1985 - Semifinal - Independiente 2x0 Blooming

Nacional: 12 partidas

25/02/1968 - Primeira Fase - Libertad 0x2 Nacional
26/04/1969 - Semifinal - Nacional 2x0 Peñarol

Santos: 12 partidas

05/02/2003 - Primeira Fase - América de Cali 1x5 Santos
18/06/2003 - Semifinal - Independiente de Medellín 2x3 Santos

Corinthians: 12 partidas

15/02/2012 - Primeira Fase – Deportivo Tachira 1x1 Corinthians
20/06/2012 - Semifinal - Corinthians 1x1 Santos



um abraço,



José Renato Sátiro Santiago Junior

22 de jun. de 2012




Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM      







Merecida e até mesmo épica a classificação corintiana a final da Taça Libertadores de 2012.

Qualquer “senão” com relação a campanha do alvinegro até o momento só pode ser motivado por puro despeito.

Em 12 partidas são 7 vitórias e 5 empates e uma invencibilidade que efetivamente foi pouco ameaçada.

Se não perder até as finais, poderá igualar o feito de América do México, Cruzeiro, Newell’s Old Boys e River Plate que ficaram invictos ao longo de 14 partidas.

Ficará atrás apenas de América de Cali, invicto por 15 jogos, e da equipe peruana do Sporting Cristal que permaneceu invicta por 17 partidas ao longo da década de 1960.

Quanto ao ataque, realmente não é dos mais marcadores, com seus 19 gols, no entanto a defesa compensa enormemente isso com apenas 3 gols sofridos.

Mas, para alguns torcedores, adversários principalmente, o futebol demonstrado tem sido feio.

Feio?

Aliás, qual o parâmetro a ser adotado com relação a uma equipe que joga de forma compacta e que, sempre que precisou ir a frente para marcar gol, o fez com sucesso?

Nas quartas de finais, contra o Vasco, foi assim, e nas semifinais, frente o Santos, novamente.

Ah mas o Santos de Neymar é o futebol arte, ganhou até de 8.

É verdade!

Mas o Corinthians com seu futebol pragmático também chegou perto e venceu de 6.

Aliás, se muitos, e eu sou um deles, costumam julgar que uma competição por pontos corridos é mais justa por permitir que a melhor equipe, com melhor campanha, vença, como imaginar que o Santos, derrotado em quatro dos doze jogos que disputou ocupasse a vaga do invicto
Timão na final?

Ah, mas não para por aí.

Também não é raro que muitos cheguem a comparar o “futebol feio” do Corinthians com aquele demonstrado pelo Once Caldas, campeão da Taça Libertadores de 2004.

Se formos fazer uma comparação baseada em números, realmente chegamos a muitas semelhanças.

Até chegar as finais, o Once Caldas tinha 6 vitórias, 5 empates e 1 derrota.

Já o Corinthians tem 7 vitórias e 5 empates.

Um claro equilíbrio e leve vantagem alvinegra
Quando ao número de gols: 19 a 16 para os brasileiros

Já a defesa, c hega a ser covardia: os corintianos sofreram 3 gols já os colombianos, até então, 9, três vezes mais.

Efetivamente, os números do Corinthians são superiores.

E certamente o título do Once Caldas tem o mesmo valor que qualquer outra conquista da Taça Libertadores.

Assim como o corintiano poderá ter.

Quanto ao rival dos colombianos na final, também foi o Boca Juniors.

Devidamente batido em decisão por pênaltis.

Por fim, o palco, o Pacaembu que já abrigou quatro finais de Taça Libertadores.

Apenas o Santos, ano passado, aliás, hoje é aniversário desta conquista, levou o titulo frente o Peñarol.

O Palmeiras levou a pior frente o Peñarol em 1961 e em 1968, embora tenha vencido o Estudiantes, a vitória proporcionou uma partida desempate, vencida pelos argentinos.

Situação similar que aconteceu com o São Paulo em 1972 contra o Independiente.

Por fim, em 2002, o São Caetano perdeu para o Olimpia.

15 de jun. de 2012






Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM





Por mais inusitado que possa ser uma das maiores equipes de toda a história do futebol mundial, pode realmente parecer menor.


Será que o fato de ter provido ao futebol o maior de todos, Pelé, já não bastaria para uma equipe ser grande?


Sim, mas o Santos é muito mais que isso.


Será que ser uma das equipes mais vitoriosas de toda a história, com títulos nacionais, sul americanos e mundiais, não é o suficiente para ser um gigante no futebol?


Sem dúvida que sim, mas ainda assim, o Santos é muito mais que isso.


Será que ser uma das equipes responsáveis pelo resgate do futebol arte em uma época em que o futebol por resultado se transformou em sinônimo de futebol feio, não bastaria para ser um dos maiores times da atualidade?


Creio que sim, no entanto, o Santos é mil vezes mais importante do que isso.


Infelizmente atitudes pequenas e irresponsáveis têm o poder de desqualificar tudo aquilo que o Santos representa para todos aqueles que amam, verdadeiramente, o futebol.


Na última quarta-feira, a derrota para o Corinthians destacou muitas delas, todas lamentáveis.


Jamais tinha visto o capacete de um policial ser jogado para dentro do gramado por torcedores.


Ah, mas todas as torcidas fazem isso, diria algum insano fanático torcedor que eventualmente não ache nada demais tal fato.


Não é verdade, foi um fato exorbitantemente lamentável, como aqueles que sempre se repetem contra os técnicos adversários que costumam “tomar banho” de cusparadas ao longo de toda partida realizada na Vila Belmiro.


Agora, associado a isso, a queda de energia no meio de uma partida semifinal da principal competição sul americana, é de um amadorismo sem fim.


Sim, amadorismo, prefiro ser ameno, pois nem irei considerar o fato da equipe adversária estar no ataque no momento da falta de energia, o que certamente seria utilizado como fato negativo se fosse o contrário.


Não dimensionar as condições técnicas necessárias para suportar um evento de tamanha importância, é um equívoco que só é superado por uma coisa.


Que coisa?


A autoridade maior da agremiação insinuar que o adversário, vencedor da partida, foi beneficiado por não ter qualquer jogador convocado pela seleção comandada por um ex diretor e ex-técnico adversário.


São nos momentos de adversidade que separamos os homens dos meninos, e no futebol, os times grandes dos... nem tanto.

11 de jun. de 2012





Por JOSÉ RENATO SANTIAGO, MDM



Nesta próxima quarta-feira, dia 13 de junho, Corinthians e Santos começam os confrontos que valem uma vaga para as Finais da Taça Libertadores.

O Santos vai em busca de sua quinta final de Libertadores, três delas com sucesso, 1962, 1963 e 20011, e uma com derrota, em 2003.

Já o Corinthians tenta chegar a sua primeira final, uma vez que esta será sua segunda participação em Semifinais.

A primeira aconteceu em 2000, também em um clássico paulista, frente o Palmeiras.

Naquela ocasião, o Corinthians, atual campeão brasileiro, enfrentava, os alviverdes, atuais campeões da Taça Libertadores.

Assim como agora, quando novamente teremos o confronto entre os atuais campeões brasileiros frente os últimos campeões da Libertadores.

Em 2000, os favoritos eram os corintianos, que tinham conquistado a primeira edição de Mundial de Clube organizado pela FIFA em janeiro daquele ano.

No entanto, deu Palmeiras.

Desta vez, o favoritismo, ao que parece, é santista, muito embora a melhor campanha seja a corintiana.

Em 2000, o Corinthians chegou as Semifinais com 6 vitórias nas 10 partidas disputadas, assim como agora.

No entanto, em 2012, está invicto, enquanto que em 2000 já tinha perdido, até então, duas partidas, para a América do México e Rosário Central.

Já o Palmeiras em 2000 já tinha perdido três partidas até aquelas Semifinais, uma delas para o The Strongest, ainda na Primeira Fase, assim como o Santos que já foi derrotado três vezes nesta edição, uma delas também para os mesmos bolivianos.

Em 2000 os alvinegros paulistanos chegaram as Semifinais sofrendo 16 gols ao longo das dez partidas disputadas, enquanto que agora sofreram apenas 2 gols.

O ataque alvinegro era bem superior em 2000, e já tinha marcado 25 gols até então, oito a mais que o atual ataque que assinalou 17.

Os palestrinos chegaram em 2000 com 24 gols marcados, 2 a mais que os santistas que até agora marcaram 22 gols nas, também, 10 partidas disputadas.

Quanto as defesas, o Santos já sofreu 8 gols enquanto que o Palmeiras já tinha sofrido 15 gols e tomaria mais 6 naquelas partidas decisivas.

Números e mais números que não têm qualquer influência no resultado do jogo.

Mas, já que estamos aqui, apenas mais um.

Esta será a segunda partida do Corinthians, válida pela Libertadores, a ser realizada no mês de junho.

A anterior aconteceu em 6 de junho de 2000.

No Morumbi, o Corinthians perdeu por 3 a 2...para quem?

Para o Palmeiras pelas Semifinais da Libertadores de 2000, que também levou a melhor na decisão por pênaltis e eliminou os alvinegros.