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29 de mar. de 2013





Quem gosta de ler e ler e ler.

Muita coisa já é datada.

Mas o ritmo das imagens... empolga.

E faz pensar.

Deveria ser obrigatório nas escolas.

Junto com a análise dos motivos e radicalismos que levaram ao Golpe.

22 de fev. de 2013






Fera.

Craque da tela.

Botou a Globofilmes na parede.

Kleber é 9,99.

Só não é 10 porque não gosta muito de Cinema Paradiso...

13 de fev. de 2013






As lembranças de uma criança.

Retornam no documentário sobre o super Tottenham Hotspur de 1961.

Imaginem um filme sobre os alvirrubros dos anos 60...

12 de fev. de 2013






O filme é imperdível.

Três torcedores.

Dos mais remotos lugares do mundo.

Sonhando assistir a final entre Brasil x Alemanha, na Copa de 2002.

Curiosidade?

A singeleza do cartaz em espanhol.

Contrastando com o resumo do filme do cartaz em inglês.





11 de fev. de 2013






E eles esqueceram o Éder, Heleno de Freitas, Almir, etc, etc, etc...

16 de nov. de 2012





O sobrenome foi modificado.

Descendente de alemães.

Clark Goebel seria nazista demais para os padrões cinematográficos.

E assim nasceu Clark Gable.

Clark que o vento levou no dia 16 de novembro de 1960...

19 de out. de 2012





18 de out. de 2012





Quem não tem seus 50 anos não vai entender.

Era um tempo de amores proibidos.

Encontros furtivos.

Cinemas escuros nas tardes depois do colégio.

Gritos e sussurros para serem decorados.

Memorizados.

Sylvia Kristel era a liberdade holandesa.

A dama de olhos azuis e pele macia.

Revistas vinham censuradas.

Seios adivinhados.

Pernas sombreadas.

Emmanuelle?

Sexo!

A única palavra que rivalizava com o comunismo.

Orgasmo e Karl Marx.

Hoje.

Sylvia disse adeus.

Emmanuelle?

Será eterna enquanto houver a memória dos tempos de inocência...

14 de out. de 2012





Bom.

Esqueçam Sunset Boulevard.

Lembrem apenas da deusa do cinema mudo.

Deusa que também podia falar e produzir filmes.

Seis casamentos.

Cinco divórcios.

Gloria Swanson levava multidões ao cinema.

Para ver seu olhar.

E seu guarda-roupa...

12 de out. de 2012





Levando homens ao suicídio.

Destruindo casamentos.

Theda Bara foi a primeira vampira do cinema.

Fêmea fatal.

Os homens faziam fila nas salas de cinema.

E as esposas rezavam em casa...

11 de set. de 2012








Por ROBERTO VIEIRA


O belíssimo Toy Story3 eu já vi e revi trezentas vezes.

Mérito dos filhos.

Sempre que vejo, sintoum misto de beleza e angústia no coração.

Aos poucos fui descobrindo o motivo.

Os autores – e é óbvio que pensaram nisso.

Fui checar e a turma do Examiner e NY Post já havia notado a coincidência.

Colocaram a forte imagem do forno crematório no final da película.

Cada um de nós sente o medo que atingiu judeus, ciganos e afins na Alemanha nazista.

O medo diante do inevitável drama e solução final.

O medo superado pelas mãos dadas com os amigos e família.

Todos fazendo parte do mesmo destino.

A imagem é forte e só conseguimos superá-la no instante seguinte.

No final feliz – afinal é filme de criança!

Será mesmo?

Pois em todos os três filmes vem uma outra mensagem.

Essa não captada pelos críticos.

Não existe vida eterna.

O destino do homem é fugaz e está impresso nessa aventura terrestre.

Como brinquedos, chegamos e partimos quando é chegada a hora.

Não existe alma, espírito, vida eterna.

Apenas a lata de lixo da história e o esquecimento.

A vida vale a pena pelas brincadeiras e alegria de algumas tardes de verão.

Mas é tudo.

Resta apenas a amizade para prolongar o vazio de nossa existência.

E essa amizade e este amor pelo próximo é tudo.

Poderia lembrar também da necessidade de amor pelo nosso dono.

Amor pela criança que manipula nossos cordéis.

Criança que brinca de Deus e Senhor de nossas vontades.

Mas se eu for pensar nisso tudo.

Vou achar que Toy Story foi escrito por Nietzsche...

Em tempo:

Ainda poderia falar do ursinho da SS e das sessões de tortura do filme.

Mas vamos ficar por aqui.


26 de ago. de 2012





Dica do Mestre Durval no começo do ano.

A minha lentidão só me deixou assistir este filme nessa madrugada.

(cara, estou mais lento a cada ano que passa...)

Filme excepcional para quem ama o esporte.

Qualquer esporte.

Não precisa ser o baseball.

Nele encontramos a pressão infinita que cerca os que percebem a realidade.

O mundo de olheiros é uma falcatrua.

A matemática é um aliado poderoso.

Transpondo o filme para o baseball.

Imaginamos o Ajax de Kovacs perdendo o Europeu de 1969 diante do Milan.

A revolução questionada pelos 'experts'.

A Holanda de Michels sucumbindo diante da Alemanha.

Malhação no Michels.

Sebes arruinado com os magiares em 54.

Coutinho sendo ridicularizado com o overlapping.

Overlapping que hoje é feijão com arroz.

Nos anos 60 e 70 se largava a bola no ponta.

E seja um novo 'Garrincha!'

Ou Minelli sendo questionado em 1974.

Quando o Internacional sucumbiu nas finais do Brasileirão.

A pressão está lá.

O jogo do poder no esporte também.

Faltou apenas a corrupção.

Quem gosta do esporte?

Assista essa pérola.

E deixe de ir na onda da mídia e dos 'experts' de plantão...









23 de dez. de 2008




Atenção, cinéfilos!

O time da foto é uma colher de chá aos tricolores.

Esse era um time fora de série.

Campeão pernambucano de aspirantes em 1957.

E daí, me pergunta o alemão?

Daí que esse time recebeu um apelido.

O nome de um clássico do cinema.

Clássico que fazia muito sucesso nas telinhas do Albatroz ao São Luís.

Fácil, muito fácil.

Qual o filme que batizou esses meninos do Santinha?

[imagem]

26 de nov. de 2008




Por ROBERTO VIEIRA

A maior rede de televisão do país anuncia para logo mais o filme Match Point.

Com certeza, um grande filme de Woody Allen.

Mas não deixa de ser curiosa a programação da emissora.

Pois quarta-feira é dia de futebol na maior rede de televisão do país.

E hoje tem match point do futebol brasileiro na Argentina:

O jogo Estudiantes x Internacional.

Scarlett Johansson à parte, devemos imaginar que o jogo foi pra gaveta, pois não é do eixo Rio-São Paulo.

Pena.

O Internacional é grande o suficiente. Tem torcida em todo o país.

O jogo vale um título continental inédito para o Brasil.

E quem é gremista podia torcer contra.

Woody Allen é sempre bom.

Deveria ser exibido mais vezes na telinha.

Woody Allen que lembra o futebol brasileiro fora do eixo Rio-São Paulo.

Ganha título.

Tem torcida.

Mas é sempre deixado de lado na hora da tela quente...


* A Bandeirantes promete exibir a partida


6 de set. de 2008





Glauber Rocha era gênio.

Você pode não gostar dos filmes dele. Eu gosto de alguns e não entendo os outros.

Mas quando falava, Glauber revelava uma atitude visionária.

Um caleidoscópio de idéias brotavam de sua cabeça.

E quem somos nós para julgar um gênio?

A gente que cresce alfabetizado por Hollywood.

Hoje, Glauber Rocha é celebrado na Bahia e no Brasil.

Verbete de enciclopédia cinematográfica.

Deus e o Diabo na terra do sol.

Mas em 1977 expulsaram Glauber do belíssimo Museu de Arte Sacra da Bahia.

O diretor havia dado permissão para filmar.

Mas veio um recado pelo telefone:

"Tira esse subversivo daí!"

E o delegado Walmir Maia invadiu a capela em busca do perigoso artista.

Sob o céu de Iemanjá.