3 de dez. de 2014




Por ROBERTO VIEIRA


A questão é simples.

Matemática do fundamental.

Quantas ações trabalhistas seu clube gerou em 2011?

E em 2012?

E 2013 e 2014?

Houve evolução?

Uma diminuição nas tais ações?

Vamos um pouco adiante.

Quais os motivos das ações trabalhistas sofridas pelo seu clube?

Inadimplência?

Incompetência?

Má gerência?

Vamos contratar e depois vamos ver no que vai dar?

Por último pra não te estragar o dia.

Como está a relação contratação/produtividade no seu clube?

Os atletas são contratados pela bola que jogam.

Ou pelo celular e terno do empresário?

Por competência ou por favor?

Eita, ia me esquecendo!

Os funcionários do teu clube estão lá pelo currículo?

Ou seu clube é um cabide empregos?

Quantos funcionários precisaria teu clube pra funcionar e quantos ele realmente possui?

Parece mesquinharia.

Mas são exatamente funcionários e atletas que vão te chamar de caloteiro.

De preferência com um advogado do lado enquanto o dirigente responsável dá no pé...


Um comentário:

  1. Esse texto deveria estar nas paredes de Rosa e Silva. Tempo vai, tempo vem e eu pergunto:qual gestão nos últimos 20 anos não colaborou com esse mal? O conselho, a torcida, a imprensa e eu, na hora "H", estamos preocupados com os títulos. Que se dane a responsabilidade fiscal, eu quero é ganhar. Nos últimos 20 anos mandamos às favas a responsabilidade fiscal. Ganhamos 3 títulos. Era melhor perder com ela, bem melhor.

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