Por WASHINGTON VAZ
O ano de 2003 foi mágico para o Cruzeiro.
Com Vanderlei Luxemburgo sob o comando, a equipe celeste conquistou a inédita tríplice coroa.
Depois do título do Campeonato Mineiro, o Cruzeiro fechou o primeiro semestre de 2003 com o título da Copa do Brasil.
O quarto de sua galeria, igualando a hegemonia do Grêmio, também com quatro conquistas nacionais.
Na 14ª edição da Copa do Brasil, 65 clubes do país buscavam o título da segunda maior competição nacional.
Para chegar até a decisão, o Cruzeiro passou pelas equipes do Rio Branco-ES, Corinthians-RN, Vila Nova-GO e Vasco da Gama.
Foram 5 vitórias e 2 empates até enfrentar o Flamengo, de Nelsinho Baptista.
Já o time da Gávea precisou passar por Botafogo-PB, Ceará, Remo, Vitória e Sport até a grande decisão.
Até ali, construiu uma campanha com 7 vitórias, 1 derrota e 1 empate.
Na primeira partida, com 73.104 pagantes no Maracanã, o gol no final deu empate ao Flamengo na primeira decisão da Copa do Brasil.
Para a partida, Luxemburgo colocou o Cruzeiro em campo com Gomes; Maurinho, Edu Dracena, Thiago e Leandro; Augusto Recife, Márcio, Wendell e Alex; Deivide Aristizábal.
Já Nelsinho, escalou Júlio César; Fernando, Valdson e André Bahia; Luciano Baiano, Fabinho, André Gomes , Felipe e Athirson; Zé Carlos e Edílson.
Mesmo com maior ímpeto ofensivo, a Raposa não conseguiu vencer o Urubu no Rio de Janeiro.
Os gols só saíram no tempo complementar.
Conforme o jogo avançava, a equipe carioca recuou e pouco ameaçava à defesa do cruzeirense.
A punição veio aos 31 minutos, quando Deivid cruzou da direita e Alex fez 1 a 0 com um toque de letra.
O gol do empate só veio após a mudança tática elaborada por Nelsinho, colocando Fernando Baiano no lugar de Váldson.
Nos acréscimos, aos 49 minutos, Fernando Baiano empatou, após confusão na área.
Antes, choro da torcida rubro-negra, com um gol anulado de Edílson.
Na partida de volta, o Cruzeiro consolidou o favoritismo.
Vitória de 3x1 com Alex regendo a partida com maestria.
Cruzeiro que entrou em campo com Gomes; Maurinho, Luisão, Gladstone e Leandro; Recife, Wendell , Jardel e Alex ; Aristizabal e Deivid.
Já o Flamengo, viria em busca do seu até então inédito título da Copa do Brasil com Júlio César; Luciano, Fernando, André Bahia e Athirson; Fabinho, André Gomes, Felipe e Fábio Baiano; Fernando Baiano e Edílson.
O primeiro gol surgiu na primeira jogada de ataque cruzeirense, com menos nem dois minutos.
O meia Alex cobrou falta pelo lado esquerdo, e Deivid, livre na área, cabeceou no ângulo direito.
Aos 16 minutos, novamente Alex, em cobrança de falta pelo lado esquerdo deixou livre para o colombiano Aristizábal cabecear alto.
O Cruzeiro estava impossível, e aos 29 minutos, o zagueiro Luisão subiu livre para marcar o terceiro gol dos mineiros.
Na etapa final, o Cruzeiro continuou melhor e só não ampliou o marcado devido ao goleiro Júlio César, que fez duas boas defesas: primeiro em finalização de Alex, na pequena área, e, depois, em chute de longe de Deivid.
No momento em que os donos da casa estavam melhor, o Flamengo chegou ao gol.
Aos 19 minutos, Fernando Baiano recebeu no meio da área e bater forte para diminuir a vantagem cruzeirense.
Mas foi insuficiente para tirar o brilho do tetracampeonato do time celeste.
Diante de 79.614 torcedores, o Cruzeiro marcava seu nome pela quarta vez como campeão da Copa do Brasil.
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