Por WASHINGTON VAZ
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| Grêmio 0x0 Cruzeiro, Olimpico, 1993 |
O Cruzeiro ao lado do Grêmio possui a hegemonia da Copa do Brasil.
De 25 edições da segunda competição nacional mais importante, ambos conquistaram quatro títulos.
No ano de 1993 as duas equipes vieram a se encontrar na final da grande final, que teve 32 participantes.
Para chegar até ali, o Grêmio passou por Sorriso-MT, União Bandeirante-PR, Palmeiras e Flamengo, com 4 vitorias, 3 empates e 1 derrota.
O Cruzeiro, avançou superando as equipes da Desportiva Ferroviária-ES, Náutico-PE, São Paulo e Vasco da Gama, com os mesmos números gremistas.
Primeiro jogo no Olímpico debaixo de muita chuva e um campo encharcado.
Na dificuldade de armar as jogadas e com o Cruzeiro aplicado na marcação, a partida resultou em um empate sem gols.
Partida que teve a presença de 36.342 gremistas e uma renda de Cr$ 4.492.750.000,00.
Na partida de volta, no Mineirão, outro igualdade sem movimentar o placar levaria a decisão para a disputa de penalidades.
Em contrapartida, qualquer empate com gols dava ao clube gaúcho o bicampeonato da Copa do Brasil.
Sob as orientações do técnico Pinheiro, o Cruzeiro alinhava Paulo César, Paulo Roberto Costa, Célio Lúcio, Róbson e Nonato; Ademir, Rogério Lage e Éder; Roberto Gaúcho, Cleison e Edenílson.
Já o Grêmio de Sergio Cosme viria com Eduardo, Jackson, Paulão, Luciano e Dida; Pingo, Jamir, Juninho e Dêner; Gílson e Carlos Miguel.
Aos 12 minutos, Roberto Gaúcho abria o placar diante de um publico presente de 70.723 torcedores.
Antes do término da primeira etapa, Pingo empataria a decisão aos 25 minutos.
Resultado que dava o título ao tricolor gaúcho.
Mas o Cruzeiro tinha Cleisson.
E com o gol de volante o Cruzeiro iniciaria sua trajetória de títulos na Copa do Brasil.



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