Por ROBERTO VIEIRA
Coritiba x Sport é clássico antigo.
Clássico que retrocede aos tempos incertos da II Guerra.
Quando o Sport saiu em excursão ao sul e sudeste.
Assombrando os amantes do futebol.
O time de Manuelzinho e Ademir Meneses brilhou em Belo Horizonte.
Goleando América-MG e Atlético-MG.
E foi descendo no mapa brasileiro.
Até chegar na simpática Curitiba dos anos 40.
E foi em Curitiba que o Sport pegou de cara o Coritiba.
Com a imprensa pernambucana grafando errado o nome do clube.
Na primeira pugna?
Os bicampeões paranaenses 41/42 meteram 2-1.
Pois os coxas não aguentavam ver um uniforme rubro negro pela frente.
Mas a torcida paranaense gostou dos pernambucanos.
Pediu revanche.
E na revanche... o Sport sapecou um 4-0 nos anfitriões.
Dois gols do Queixada.
Um de Magri e outro de Djalma.
Para espanto dos alviverdes.
Para festa dos rivais locais.
O cronista carioca Canor Coelho estupefato mandou notícias.
'O maior jogador em campo foi Ademir - futuro meia do Fluminense'.
Vasco da Gama na butuca.
Foi quando o Britânia, vice-campeão paranaense, desafiou o Leão.
E o Sport foi lé e venceu: 1-0.
A estadia que deveria ser curta.
Foi se alongando.
O Coritiba não resistiu e pediu a negra.
O Sport?
Não resistiu e venceu por 3-1.
Sport que ainda teve dois tentos anulados pela arbitragem local.
Tempos de guerra.
Leônidas encontrava-se encarcerado no Rio de Janeiro.
O Brasil estreando no Sul-americano.O Sport que segue viagem até Santa Catarina.
Sempre vencendo.
Para os paranaenses daqueles tempos.
Ficou a memória de uma equipe dos sonhos.
O improvável esquadrão que vinha da zona da mata nordestina.
Sem medo de ser feliz...
Coritiba x Sport é clássico antigo.
Clássico que retrocede aos tempos incertos da II Guerra.
Quando o Sport saiu em excursão ao sul e sudeste.
Assombrando os amantes do futebol.
O time de Manuelzinho e Ademir Meneses brilhou em Belo Horizonte.
Goleando América-MG e Atlético-MG.
E foi descendo no mapa brasileiro.
Até chegar na simpática Curitiba dos anos 40.
E foi em Curitiba que o Sport pegou de cara o Coritiba.
Com a imprensa pernambucana grafando errado o nome do clube.
Na primeira pugna?
Os bicampeões paranaenses 41/42 meteram 2-1.
Pois os coxas não aguentavam ver um uniforme rubro negro pela frente.
Mas a torcida paranaense gostou dos pernambucanos.
Pediu revanche.
E na revanche... o Sport sapecou um 4-0 nos anfitriões.
Dois gols do Queixada.
Um de Magri e outro de Djalma.
Para espanto dos alviverdes.
Para festa dos rivais locais.
O cronista carioca Canor Coelho estupefato mandou notícias.
'O maior jogador em campo foi Ademir - futuro meia do Fluminense'.
Vasco da Gama na butuca.
Foi quando o Britânia, vice-campeão paranaense, desafiou o Leão.
E o Sport foi lé e venceu: 1-0.
A estadia que deveria ser curta.
Foi se alongando.
O Coritiba não resistiu e pediu a negra.
O Sport?
Não resistiu e venceu por 3-1.
Sport que ainda teve dois tentos anulados pela arbitragem local.
Tempos de guerra.
Leônidas encontrava-se encarcerado no Rio de Janeiro.
O Brasil estreando no Sul-americano.O Sport que segue viagem até Santa Catarina.
Sempre vencendo.
Para os paranaenses daqueles tempos.
Ficou a memória de uma equipe dos sonhos.
O improvável esquadrão que vinha da zona da mata nordestina.
Sem medo de ser feliz...




Velhas, imorredoras lembranças. Mnuelzinho, Salvador (do Náutico, emprestado) e Zago; Pitota, Furlan e Castanheira (do América); e o mitológico ataque Djalma, Ademir, Pirombá, Magri e Walfredo. No Coritiba, bem na frente, o goleiro Ay, Ary Nogueira César, da Seleção, ainda sendo do Coritiba, do Botafogo, depois do Atlético Junior de Barranquila, com Heleno, Gerson e Tim, também do Botafogo, e Berascochéia, uruguaio, do Vasco da Gama.
ResponderExcluirSaudades dos goleiros Manuelzinho e Ary. Baixinhos. Pegavam todas e não só as que não entravam...
ResponderExcluir