19 de abr. de 2014



VASCO EM MINAS, 1923 - FOTO CENTRO DE MEMÓRIA DO VASCO




Por ROBERTO VIEIRA

O Vasco da Gama era a grande novidade do futebol.

Um time de pobres, ricos, negros, brancos e alienígenas.

Campeão carioca com uma chuteira nas costas.

Hostilizado por flamenguistas, tricolores, americanos, botafoguenses e militares.

Orgulho do Manuel e Joaquim.

Do Zé e do Tião.

Uma máquina, pá!

O América-MG era outra máquina, uai!

Uma máquina que ia enjoar de ganhar títulos.

Uma máquina que meteu sete gols no Palestra Itália – atual Cruzeiro.

Declarado campeão antes mesmo do fim do estadual de 23.

Pois o América quis conhecer o Vasco.

Desejou medir forças com o futuro do futebol brasileiro.

2 de setembro de 1923.

Convite feito e aceito.

Lá se foi o Vasco para Belo Horizonte.

O campeão carioca diante do octacampeão mineiro.

E lá estava o goleiro Nelson.

Lá estavam Nicolino, Pascoal, Boão, Pires, Cecy, Artur, Mingote, Leitão, Torterolli e
Negrito.

O América lutou com todas as suas forças. 

Mas o Vasco triunfou por 2x1.

A fotografia repousa no Centro de Memória do Vasco.

O Vasco da Gama que era a grande novidade do futebol.

Um time de pobres, ricos, negros, brancos e alienígenas.


Campeão carioca com uma chuteira nas costas.





2 comentários:

  1. Poses, colares, camisa aberta. A fina flor da malandragem da Lapa dos anos 20!

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  2. Será que alguém invocava o gramado como desculpa ? E uma (ou duas) joelheira resolvia os problemas de menisco...

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Comentários