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| VASCO EM MINAS, 1923 - FOTO CENTRO DE MEMÓRIA DO VASCO |
Por
ROBERTO VIEIRA
O Vasco da Gama era a grande novidade do futebol.
Um time de pobres, ricos, negros, brancos e
alienígenas.
Campeão carioca com uma chuteira nas costas.
Hostilizado por flamenguistas, tricolores,
americanos, botafoguenses e militares.
Orgulho do Manuel e Joaquim.
Do Zé e do Tião.
Uma máquina, pá!
O América-MG era outra máquina, uai!
Uma máquina que ia enjoar de ganhar títulos.
Uma máquina que meteu sete gols no Palestra Itália –
atual Cruzeiro.
Declarado campeão antes mesmo do fim do estadual de
23.
Pois o América quis conhecer o Vasco.
Desejou medir forças com o futuro do futebol
brasileiro.
2 de setembro de 1923.
Convite feito e aceito.
Lá se foi o Vasco para Belo Horizonte.
O campeão carioca diante do octacampeão mineiro.
E lá estava o goleiro Nelson.
Lá estavam Nicolino, Pascoal, Boão, Pires, Cecy, Artur,
Mingote, Leitão, Torterolli e
Negrito.
O América lutou com todas as suas forças.
Mas o Vasco triunfou por 2x1.
A fotografia repousa no Centro de Memória do Vasco.
O Vasco da Gama que era a grande novidade do
futebol.
Um time de pobres, ricos, negros, brancos e
alienígenas.
Campeão carioca com uma chuteira nas costas.


Poses, colares, camisa aberta. A fina flor da malandragem da Lapa dos anos 20!
ResponderExcluirSerá que alguém invocava o gramado como desculpa ? E uma (ou duas) joelheira resolvia os problemas de menisco...
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