Por
ROBERTO VIEIRA
As
crônicas brasileiras são belas.
As
crônicas brasileiras de futebol são únicas.
Tão belas
quanto o futebol do Flamengo de Zico.
Do
Cruzeiro de Tostão.
Do Santos
de Pelé.
E foi
justamente uma crônica sobre o Santos de Pelé.
Das crônicas
mais belas deste século.
Publicada
na Folha de S. Paulo em novembro de 2006.
A tal
crônica continha saudade e esperança.
Amor e
memória.
Perfeita
do começo ao fim.
Como as
tabelinhas do Rei com Coutinho.
O título
da crônica era ‘O Dia Em Que Me Tornei Santista’.
Falava da
despedida de Pelé.
Descrevia
a chegada do sucessor de Pelé na Vila Belmiro.
Um
sucessor tão inesperado quanto bíblico.
Pois
criança.
Hoje?
A criança
da crônica completa 50 anos.
Ainda brincando
de ser Torero.
* José Roberto Torero que estará por estas bandas neste final de semana em Seminário promovido pela Fundação Joaquim Nabuco
* José Roberto Torero que estará por estas bandas neste final de semana em Seminário promovido pela Fundação Joaquim Nabuco

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