A foto é dos anos 60.
O Náutico chegando de viagem.
A multidão no aeroporto.
Mas... o Náutico não é clube considerado do povo.
Então.
O episódio se torna rodapé da história.
Não sei exatamente aonde vai essa conversa de clube popular, de massa.
Vou a campo e leio os jornais.
O público alvirrubro é igual ao dos co-irmãos.
Com uma ou outra diferença para o Santa Cruz.
Santa Cruz que lota o Arruda quando quer e pode.
Mas o Náutico é maior que uma Kombi.
E sua torcida tem bala na agulha pra gastar.
Cruel?
Cruel, porém assim corre a mídia.
Mídia frequentemente posta de lado pelos donos do Poder alvirrubro.
Donos do Poder que permanecem arrogantes, metidos a aristocratas.
Quando os engenhos já são fogo morto.
Gera-se então uma guerra.
Guerra contra o futebol.
Dirigentes alvirrubros numa queda de braço com jornalistas.
Quem paga o pato?
O Timbu.
Entretanto, e voltando ao assunto senão me perco.
A torcida do Náutico é imensa e apaixonada.
Torcida entre as mais pujantes do Brasil.
Basta qualquer menino de colo checar os números.
A Kombi?
Existe no Náutico, é verdade.
Mas a Kombi do Náutico são os seus dirigentes.
Dirigentes que imaginam dirigir uma Kombi.
E possuem nas mãos uma Bugatti Veyron 16.4


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