10 de setembro de 2003.
Tinha Ronaldo.
Tinha Rivaldo.
Tinha Roque.
Tinha Roberto Carlos.
Tinha outro Ronaldo, o dinho.
Ronaldinho que marcou de cabeça.
O solitário tento sobre o Equador.
Era tanto erre que acabou dando tudo errado.
Apesar da liderança nas eliminatórias.
O Brasil de Parreira, com dois erres.
Errou de torneio.
Comemorou a Copa das Confederações.
Como se fosse Copa do Mundo.

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