10 de set. de 2013





10 de setembro de 2003.

Tinha Ronaldo.

Tinha Rivaldo.

Tinha Roque.

Tinha Roberto Carlos.

Tinha outro Ronaldo, o dinho.

Ronaldinho que marcou de cabeça.

O solitário tento sobre o Equador.

Era tanto erre que acabou dando tudo errado.

Apesar da liderança nas eliminatórias.

O Brasil de Parreira, com dois erres.

Errou de torneio.

Comemorou a Copa das Confederações.

Como se fosse Copa do Mundo.


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