16 de set. de 2013





Por WASHINGTON VAZ


Não era partida válida pelo Brasileirão.

Mas era o Náutico, no seu velho Aflitos de guerra e valia vaga para final.

E era clássico, cara.... Clássico da Técnica e Disciplina!

Náutico e América, fazendo a semi-final do Campeonato Pernambucano de Juniores.

A primeira partida no Ademir Cunha havia terminado no placar de 1x1 e expulsão de dois garotos em cada lado.

A decisão acabou indo para o mando de campo Timbu, único invicto no certame.

Não, não era a Arena Pernambuco.

Também não havia 20 mil torcedores em campo, mas existia o suficiente para ecoar gritos de apoio e incentivo.

Torcida para ambos os lados, alvirrubros e esmeraldinos, numa tarde ensolarada de domingo.

Partida com primeiro tempo equilibrado, com oportunidades e jogadas perigosas de divididas de igual para igual.

Mequinha que tinha o trio Everaldo, André e Jackson pintando e bordando na defesa do técnico Sergio China.

Muito embora, aos 19 minutos, o gol timbu saiu com Kelvis, saindo de um contra-ataque fulminante na meta alviverde.

Não demorou muito, para o time vermelho e branco amplicar o placar.

Foi de Marcos Vinícius, que entrou com tudo na área e faz mais um, contra-atacando a zaga esmeraldina.

Veio a segunda etapa.

O America ia pra cima, valente... tentando o empate para levar a decisão para as penalidades.

Mas o dia não era do bom time alviverde.

Time esmeraldino montado há seis meses.

É o Mequinha que tenta agora retomar as forças investindo nas categorias de base, arrendando o CT do Unibol.

Já o timbuzinho demonstrou competência em campo, administrou o placar e segue na competição com méritos.

Náutico que vai enfrentar o Porto, dono da segunda melhor campanha do estadual de juniores.

Porto que venceu o Sport nos pênaltis, lá no Lacerdão.

Então ficamos assim. Primeira partida em Caruaru.  A partida de volta, nos Aflitos.

Capítulo extra do Adeus, Aflitos?



Um comentário:

  1. Pena que o América ficou pelo caminho, mas não deixa de ter sido uma importante campanha e a altura da tradição e do trabalho que vem sendo feito no Mequinha, que alguns dos garotos possam ser parte vida do legado do clube na competição e mais que isso, possam ajudar a subir e reescrever a história do Periquito já esse ano na série A2.

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